Treinamentos


Calendário completo de treinamentos em 2016

 

Lista de treinamentos realizados em Campinas ou in company:

Carga horária: 24 horas

Objetivo

  • Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia que se encontra por trás do RCMCost como, por exemplo, analisar a eficácia econômica dos planos de manutenção e seu impacto sobre a confiabilidade e disponibilidade

Por que participar?

  • O treinamento apresenta todas as ferramentas necessárias para um estudo econômico sobre os planos de manutenção
  • O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas
  • Software utilizado completo e com interface de fácil compreensão
  • Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado
  • Mostrar de forma clara como os resultados de análise econômica sobre a confiabilidade e disponibilidade agregam valor ao negócio

Áreas de interesse/público-alvo

  • Segurança de sistemas industriais
  • Docentes e discentes interessados em engenharia da confiabilidade
  • Gestão da qualidade
  • Manutenção de sistemas reparáveis
  • Gerenciamento das atividades de produção
  • Engenheiros, gerentes e diretores dos departamentos de manutenção e produção

 

Ementa


1. Risco, incerteza, decisão gerencial e manutenção

2. Roteiro para elaboração de um plano de manutenção

3. Revisão de conceitos fundamentais associados à manutenção:

   3.1. Conceitos e terminologia de falhas

   3.2. Estimativa de confiabilidade, manutenabilidade, taxa de falha, taxa de reparos,  MTBF, MTTR a partir de conjunto de dados

   3.3. Conceitos de análise de confiabilidade, manutenabilidade e disponibilidade (RAM)

   3.4. Confiabilidade e disponibilidade de sistemas na configuração de sistemas (série, paralelo, stand-by, etc)

   3.5. Os tipos de tarefas de manutenção (corretiva, preventiva, inspeções)

   3.6. Análise de performance de um plano de manutenção recomendado para uma bomba centrífuga

 

4. Métodos para identificação dos elementos (equipamentos) críticos de um sistema:

   4.1. Análise de Pareto

   4.2. Análise multicritério

   4.3. Simulação de Monte Carlo

 

5. Detalhamento do método Reliability Centered Maintenance (RCM):

   5.1. Motivação para desenvolvimento

   5.2. Quem usou e os ganhos obtidos

   5.3. As principais normas que recomendam o uso do método RCM

   5.4. Os principais equívocos na implantação do método

   5.5. Análise comparativa de plano de manutenção clássico versus plano pelo RCM para o caso de um sistema de bombeamento

   5.6.  Exemplos diversos

 

6. Métodos para análise de tarefas de manutenção de forma individual e combinadas:

   6.1. Fluxo de caixa de custos de tarefas de manutenção

   6.2. A distribuição exponencial: conceito e aplicações

   6.3. A distribuição normal: conceitos e aplicações

   6.4. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações

   6.5. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações

   6.6. Análise dos impactos das manutenção preventiva sobre a confiabilidade de equipamentos

   6.7. Intervalos ótimos de manutenção preventiva para minimizar custos e maximizar disponibilidade

   6.8. Análise de sensibilidade das funções confiabilidade e disponibilidade em função da frequência de inspeções

   6.9. Simulação de custo e performance de planos de manutenção em nível de equipamentos

 

7. Elaboração de plano de manutenção com base no método RCM:

   7.1. Definição de sistema, função, falha funcional, modo de falha e causa

   7.2. Seleção das tarefas de manutenção a parte de FMECA

   7.3. A padronização de FMEAs para acelerar o processo de execução nas empresas

   7.4. Diagrama lógico para tomada de decisões

   7.5. As diferentes abordagens existentes no mercado

 

8. Métodos para agrupamento de tarefas:

   8.1. Modelo para determinar o agrupamento para minimização de custos

   8.2. Modelo para determinar o agrupamento para maximizar a disponibilidade

   8.3. Modelo para determinar o agrupamento para metas de confiabilidade

 

9. Uso de simulação para avaliação da eficácia (performance, econômica, riscos, etc) dos planos de manutenção

 

10. Previsão da demanda de recursos e otimização na execução do plano de manutenção selecionado:

   10.1. Análise mão-de-obra

   10.2. Análise de equipamentos, instrumentos, etc

   10.3. Análise de necessidade de estoques

   10.4. Outros

 

11. Um exemplo completo da metodologia

 

12. Análise de problemas sugeridos pelos participantes

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench, Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Objetivo

  • Mostrar de forma objetiva e prática conceitos relacionados ao custo de ciclo de vida de equipamentos e a relação com as práticas de manutenção

Por que participar?

  • Aprender a determinar o momento ótimo de troca de um equipamento
  • Aprender a realizar análises comparativas de opções de gerenciamento de forma a reduzir custos
  • O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas
  • O curso é ministrado por instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

Áreas de Interesse/público-alvo

  • Desenvolvimento de novos produtos
  • Manutenção de sistemas reparáveis
  • Gerenciamento das atividades de produção

Ementa

  1. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc), de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc)
  2. Indicadores de fluxo de caixa de opções de melhorias em O&M (VPL, TIR, Payback)
  3. Depreciação, seus benefícios legais e decisões em manutenção
  4. Avaliação do valor agregado por uma decisão gerencial correta
  5. O momento ótimo de substituição de equipamentos para minimizar o custo de propriedade (vida econômica)
  6. A decisão entre reforma de equipamentos existentes e aquisição de novos
  7. Métodos para previsão de investimentos (CAPEX) em melhorias em ativos
  8. Modelagem de confiabilidade e métodos para previsão falhas e custos de O&M em componentes (MTTF, taxa de falha, confiabilidade)
    1. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações
    2. A distribuição normal: conceitos e aplicações
    3. A distribuição exponencial: conceitos e aplicações
    4. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações
    5. Análise com 2 ou mais modos de falha
    6. Análise envolvendo degradação
  9. Confiabilidade, disponibilidade e falhas de diferentes tipos de configuração de sistemas (série, paralelo, standby, etc)
  10. Métodos para previsão de falhas e custos de O&M de sistemas (MTBF, taxa de falha, confiabilidade, disponibilidade)
  11. Avaliação de custo de ciclo de vida e disponibilidade de equipamentos e frotas em função de planos de manutenção (preventiva, corretiva, inspeções, CBM. etc) em sistemas:
    1. Análise detalhada da política de manutenção preventiva dos componentes para minimizar custo
    2. Modelo para estimativa do intervalo de manutenção preventiva (idealizada e real) para maximizar a disponibilidade operacional
    3. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para maximizar a disponibilidade operacional
    4. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade
    5. Modelo para análise intervalo de preventivas com base na idade do equipamento e não do componentes
    6. Modelo para análise de preventivas realizadas em grupos de componentes
    7. Modelo para análise de preventivas realizadas em componentes de forma oportunística
    8. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para minimização da média do custo operacional
    9. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para maximizar a média da disponibilidade operacional
    10. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção (idealizada e real) em componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade
    11. Modelo para análise das políticas de manutenção baseada na condição de componentes (condition-based maintenance) em que o modelo de falha for degradação para maximizar disponibilidade
    12. Modelo para estimativa do momento ótimo de troca no caso em que o modo de falha for degradação para minimizar o custo unitário
    13. Modelos de riscos competitivos aplicados na escolha do momento ótimo de trocas em função de informações de monitoramento de condições
    14. Modelos para previsão da necessidade de peças de reposição e minimização de custos de estocagem
  12. Uma visão geral do que podemos fazer com as metodologias apresentadas:
    1. De que forma o intervalo entre manutenção preventiva no componente A causa impacto na disponibilidade do equipamento?
    2. Qual o número de peças sobressalentes para minimizar o custo de operação de uma máquina?
    3. Qual o intervalo ótimo entre as preventivas para minimizar a média do custo de manutenção em nível de componente? e em nível de sistema?
    4. Qual a relação entre custo de manutenção de um componente e nível de segurança de nossos sistemas de transmissão de energia elétrica?
    5. A diretoria deseja que o custo de produção por tonelada seja reduzido em 15%. Qual será a contribuição da estratégia de manutenção? O que será mais eficiente: alterar as política de manutenção ou adquirir novos equipamentos?
    6. O problema central dos gerentes de manutenção: como fazer a gestão de ativos físicos de acordo com o PAS-55?
    7. Análise entre custo decorrente de política de manutenção e retorno sobre os ativos (ROA)
  13. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench, Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Objetivo

  • Apresentar conceitos relacionados a construção do sistema de controle dos processos de manutenção, dos planos por equipamento e da programação de serviços de manutenção usando métodos aplicáveis a qualquer sistema informatizado.

 

Por que participar?

  • Capacita o profissional a controlar e organizar de forma eficiente um sistema de manutenção de equipamentos

  • Capacita o profissional a desenvolver análise de capacidade de recursos e possibilidades de programação e controle dos serviços

  • Capacita o profissional a realizar análises críticas na manutenção

 

Áreas de interesse/público-alvo

  • Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

  • Engenheiros

  • Técnicos

  • Administradores

 

Ementa

1. Conceitos da manutenção de equipamentos

1.1. Conceito RAM – confiabilidade, disponibilidade, mantenabilidade

1.2. Conceitos principais sobre os tipos de manutenção

1.3. Conceito geral de estratégias de manutenção

1.4. Políticas de manutenção – aplicação

1.5. Definição de ativo físico e estratégias de manutenção

 

2. Noções sobre função, modo de falha e padrões de falha no tempo

2.1. Conceito de modo de falha

2.2. Curva taxa de falhas x tempo

2.3. Padrões de falha x tipo de tarefa de manutenção

 

3. Controle da Manutenção

3.1. Componentes de controle de processo

3.2. Identificação hierárquica de sistemas e suas peças – árvore de cadastro

3.2.1. Definição do Tag

3.2.2. Tipos de Tag

3.2.3. Hierarquização dos sistemas por localização e por função

3.2.4. Aplicações

3.3. Registros

3.3.1. Tipos de registros da manutenção

3.3.2. Definição de histórico do equipamento e sua importância

3.3.3. Tipos de relatórios históricos

3.3.4. Planos de arquivamento de registros

3.4. Instruções de trabalho

3.5. Indicadores de desempenho na manutenção

3.5.1. Processo de levantamento de dados

3.5.2. Benchmarking

3.5.3. Hierarquia dos indicadores e mapeamento dos processos

3.6. Auditoria da manutenção

3.6.1. Função da auditoria

3.6.2. Processo de auditoria focado nos registros físicos e eletrônicos

 

4. Plano de Manutenção

4.1. Plano da manutenção x plano/programa de manutenção do equipamento

4.2. Componentes do programa de manutenção do equipamento

4.3. Criticidade dos equipamentos

4.4. Definição dos tipos de tarefas de manutenção (MPBT, MPBC/Pred, TDF, MC)

4.5. Metodologia MCC - manutenção centrada em confiabilidade.

4.6. Distribuição do programa de manutenção na empresa

4.7. Análise crítica dos planos de manutenção

 

5. Programação de serviços e noções sobre planejamento de paradas

5.1. Conceitos principais sobre a programação de serviços

5.2. Diferença entre programação diária e planejamento de aradas

5.3. Métodos para planejamento de parada

5.4. Métodos para a programação de serviços

5.5. Critérios de priorização

5.6. Análise de capacidade do sistema

5.7. Programação avançada

 

6. Mantenabilidade – planejamento da corretiva

6.1. Diagrama de análise da tarefa

6.2. Elementos de suporte a execução

 

7. Exercícios aplicados

 

 

 

Objetivo

  • Apresentar os conceitos fundamentais do software Crystal ball de forma a capacitar o profissional a realizar simulações e otimizações de diferentes cenários utilizando planilhas Excel

Por que participar?

  • A incerteza está presente na prática e há sempre risco envolvido. Logo, a quantificação do risco é importante

  • Análise de risco agrega valor às informações utilizadas na tomada de decisões

  • As análises podem ser realizadas em planilha EXCEL®

  • O treinamento capacita o participante para buscar soluções próprias

  • A solução de análise de risco é realizada através de simulação de Monte Carlo e com as ferramentas computacionais como Crystal Ball® e ModelRisk®, dentro do MS EXCEL®

Áreas de interesse/público-alvo

  • Setores de análise econômica, previsão de orçamentos, seis sigma, análise de investimentos e financiamentos, meio ambiente, etc.

  • Setor governamental que desenvolve atividades de previsão nas áreas de finanças, saúde, planejamento, seguros, etc.

  • Meio acadêmico que realizam atividades de ensino e pesquisa em diversas áreas do conhecimento em que se empregam análises estatísticas e simulação de Monte Carlo

  • Profissionais liberais que desenvolvem atividades diversas e que desejam realizar análise de risco e otimização para melhorar as informações para a tomada de decisões

 Ementa 

  1. Parte 1 - Uma visão geral da complexidade dos problemas em ambiente de incerteza
    1.1) Conceitos de risco e incerteza
    1.2) Primeiros passos na simulação em planilhas
    1.3) Perigos e limitações do cálculo do valor esperado de forma determinística
    1.4) Simulação da uma eleição presidencial nos EUA

  2. Parte 2 – Simulação de Monte Carlo e modelagem
    2.1) Conceitos de simulação
    2.2) Modelos analíticos e de simulação
    2.3) Erro associado a uma variável de resposta
    2.4) Informações adicionais sobre as configurações dos add-ins (Crystal Ball, ModelRisk e etc.)
    2.5) Funções específicas dos add-ins voltadas a análise de uma simulação
    2.6) Relatórios com as informações de input e output de uma simulação
    2.7) Opções de gerenciamento de risco
    2.8) Dicas de validação de um modelo

  3. Parte 3 - Distribuições de probabilidade
    3.1) O conceito de variáveis aleatórias
    3.2) Estatísticas importantes
    3.3) Função densidade de probabilidade e funções de probabilidade acumulada crescente e decrescente
    3.4) Distribuições de probabilidade mais comuns
    3.5) Cuidados importantes para manipular distribuições de probabilidade
    3.6) Separação entre incerteza e variabilidade

  4. Parte 4 - Escolha da melhor distribuição de probabilidade para cada variável e correlação entre variáveis
    4.1) Escolha da distribuição de probabilidade com base em análise estatística de dados históricos
    4.2) Correlação entre duas ou mais variáveis

  5. Parte 5 - Análise de sensibilidade
    5.1) Conceitos sobre análise de sensibilidade
    5.2) Gráfico Tornado e Spider
    5.3) Análise de sensibilidade com efeito combinado

  6. Parte 6 - Modelos para previsão de variáveis econômicas, engenharia, ambiental, etc.
    6.1) Conceitos sobre séries temporais
    6.2) Métodos de previsão não sazonais
    6.3) Medidas de erro e precisão de uma previsão
    6.4) Métodos de previsão sazonais
    6.5) Séries dependentes
    6.4) Construção de modelos de crescimento

  7. Parte 7 - Otimização determinística e estocástica
    7.1)Otimização determinística e estocástica
    7.2) Exercícios extras

  8. Parte 8 - Exemplos extras diversos
    8.1) Simulação da parte final de um campeonato de futebol por pontos corridos
    8.2) Plano de aposentadoria
    8.3) Simulação de lucratividade
    8.4) Modelo de decisão – Incineração de lixo
    8.5) Problema de Monty Hall por simulação
    8.6) Seis Sigma aplicado ao processo de empréstimos em um banco

 


Lista de treinamentos oferecidos somente in company:

Objetivo

  • Capacitar o profissional a utilizar o software Availability Workbench de forma a possibilitar a realização de simulações de sistemas complexos e análises comparativas de diferentes cenários de operação.

Por que participar?

  • O software Availability Workbench possui diversas funcionalidades e permite realizar diversos estudos, como:

    • Ajustar distribuições de probabilidade a dados de falha

    • Simular sistemas complexos

    • Determinar melhor política de manutenção de acordo com custo ou disponibilidade

    • Realizar análises comparativas para diferentes configurações de componentes

    • Etc.

Áreas de interesse/público-alvo

  • Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

  • Engenheiros

  • Técnicos

Ementa

  1. Introdução

  2. Módulo Weibull

  3. Módulo RCMCost

  4. Módulo AvSim

  5. Módulo LCC

 

 

Objetivo

  • Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia de FMEA para analisar corretamente os riscos decorrentes dos efeitos e criticidades dos modos de falha de componentes de sistemas na manutenção, processos e outros

Por que participar?

  • O treinamento apresenta todas as ferramentas necessárias para um estudo de confiabilidade por meio da metodologia de FMEA

  • O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

  • Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

  • Mostra de forma clara como os resultados de análise de confiabilidade agregam valor ao seu produto

Áreas de Interesse/público-alvo

  • Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

  • Segurança de sistemas industriais

  • Desenvolvimento de estratégias de garantia

  • Elaboração de teste de homologação e validação

  • Implementação de ensaios técnicos para componentes, sistemas, produtos, etc.

  • Docentes e discentes interessados em engenharia da confiabilidade

  • Gestão da qualidade

  • Design de projetos e produtos

Ementa

 

Parte 1: Introdução e visão geral

• Overview: Origem FMEA; 
• Definições de FMEA; 
• Objetivos da FMEA; 
• Benefícios da FMEA; 
• Quando fazer uma FMEA?

Parte 2: A Metodologia FMEA-4

• (AIAG-4ª edição – SAE 1739/QS9000) 
• Atualizações na 3ª. Edição – FMEA-3; 
• Atualizações nas Tabelas Escalas dos índices de Risco; 
• Atualizações no Formulário FMEA-SAE;

Parte 3: Normas de FMEA

• Padrão AIAG-3 e AIAG-4; 
• Padrão SAE J1739; 
• MIL-STD 1629 e MIL-STD 1629A;

Parte 4: Comparação entre os diferentes tipos de FMEA

• FMEA de Processo; 
• FMEA de Manutenção; 
• FMEA de Projeto;

Parte 5: Outras ferramentas e conceitos

• Normas de FMEA
• Criação da Equipe de FMEA
•A Linguagem de FMEA
• Níveis e Relações em FMEA 
• Exemplos de FMEA

Parte 6: Níveis e Relações em FMEA

• FMEA de Projetos e Escala de Avaliação;
• FMEA de Processo e Escala de Avaliação;
• FMEA de Manutenção e Escala de Avaliação;
• Escalas de FMEA e diretrizes para Avaliação do Risco; 
• Construção de uma FMEA

• Ferramentas auxiliares para FMEA;
• Árvore de Falhas (FTA);
• Diagrama de Ishikawa (Causa e Efeito);
• Diagrama de Blocos (RBD);
• Gráfico de Pareto;
• Tipos de Controle;
• FMECA – Introdução, MIL STD 1629;
• Metodologia FMECA – Avaliação de Criticidade;
• Procedimento Qualitativo MIL STD 1629A, Task 11;
• Procedimento Quantitativo MIL STD 1629A, Task 102;


Parte 8: Indíces e Calculos

• Avaliação/Ponderação dos Índices (Severidade; Ocorrência; Detecção) 
• Cálculo final do Risco Atual NPR 
• Otimização/Melhoria dos Índices pré-avaliados 
• Exercícios e exemplos 
• Metodologias da FMEA Estruturada

Objetivos

  • Transmitir aos profissionais de forma clara e objetiva a metodologia necessária para a solução de problemas relacionados ao planejamento dos investimentos em ativos físicos com base em: (1) indicadores econômicos, (2) financeiros, (3) nas restrições definidas e (4) em modelos de risco

  • A metodologia apresentada visa definir o momento ideal para fazer um investimento de substituição de ativo dentro de um contexto de análise de portfólio de investimentos e sem excluir da análise as restrições encontradas (principalmente financeiras) e tolerância ao risco. Em outras palavras, a metodologia exposta no treinamento trata a gestão de ativos de forma holística e não limitada a apenas um setor ou a um único ativo

Por que participar?

  • Para desenvolver e aperfeiçoar as competências necessárias para gerenciar riscos de forma eficaz, garantir a confiabilidade ou disponibilidade, e alcançar a eficiência de capital em ativos industriais físicos

  • Compreender os impactos das suas decisões relacionadas aos principais ativos físicos nos indicadores de desempenho do seu departamento e da empresa como um todo

  • Utilizar técnicas quantitativas de otimização para seleção de investimentos com base em requisitos de operação, manutenção, restrição financeira, dentre outros

  • Exemplos resolvidos manualmente, com o uso de planilhas do Excel ou software de apoio específico (Crystal Ball, ModelRisk, CopperLeaf C-55)

Áreas de Interesse/público-alvo

  • Profissionais que atuam nas áreas de manutenção, produção, planejamento, segurança e demais profissionais que atuam em áreas relacionadas com análise de confiabilidade e risco

  • Profissionais ligados ao setor financeiro. O treinamento ajudará a lidar com problemas de alocação de recursos considerando objetivos concorrentes e por vezes conflitantes a fim de atender os interesses corporativos

  • Professores e alunos que desenvolvem atividades de ensino e pesquisa associadas com a área de análise de confiabilidade e risco

Ementa

  1. As principais opções gerenciais para a gestão de ativos físicos

    1. Opção de manutenção preventiva

    2. Opção de manutenção corretiva

    3. Opção de manutenção detectiva

    4. Opção de desativação

    5. Opção de substituição

    6. Opção de reforma (overhaul)

    7. Opção de mudança de localização de centros de manutenção

    8. Etc

  2. Fundamentos de economia, estatística e confiabilidade

    1. Revisão de estatística descritiva

    2. Confiabilidade de componentes e sistemas: quantificação do tempo de vida

    3. Mantenabilidade: quantificação de variabilidade nas atividades de manutenção

    4. Disponibilidade de componentes e sistemas

    5. Modelos de correlação entre indicadores de desempenho de ativos físicos e financeiros

    6. Simulação de Monte Carlo: conceitos, exemplos e aplicações

    7. Fluxo de caixa de alternativas gerenciais

    8. Equivalência financeira

    9. Inflação, correção e taxa de juro

    1. Indicadores de fluxo de caixa

    2. Comportamento dos custos de produção

    3. Comportamento dos custos de manutenção

    4. Maximização de lucro, minimização de custos e disponibilidade em nível de equipamentos

    5. Disponibilidade, produção, ganhos e perdas de escala em nível de plantas

    6. Exemplos diversos

  1. Análise de indicadores financeiros e sua dependência com tomada de decisão em ativos

    1. Conceito dos principais tipos de demonstrações financeiras

    2. Indicadores de operação (custo capacidade, turnover de estoques, recebíveis, alavancagem, etc.)

    3. Indicadores de liquidez e solvência (cobertura de juros, liquidez corrente, covenants, etc.)

    4. Indicadores de rentabilidade (EBITDA, ROA, ROE, RONA, etc.)

    5. Novos conceitos: EVA, CFROI e CVA

    6. Sensibilidade de indicadores de negócio e política de gestão de ativos físicos

    7. Exemplos diversos

  2. Modelos para análise de flexibilidades gerenciais

    1. Análise da opção de manutenção preventiva

    2. Análise da opção de manutenção corretiva

    3. Análise da opção de manutenção detectiva

    4. Análise da opção de desativação

    5. Análise da opção de substituição

    6. Análise da opção de reforma (overhaul)

    7. Análise da opção de mudança de localização de centros de manutenção

    8. Visão geral das funcionalidades dos softwares CopperLeaf C-55, Crystal Ball® e Isograph Availability Workbench

  3. Tomada de decisão com diversos objetivos e limitação de orçamento

    1. Conceito de tomada de decisão com objetivos múltiplos

    2. Teoria da tomada de decisão das pessoas

    3. Tomada de decisão pelo método SMART

    4. Tomada de decisão pelo método AHP

    5. Exemplos diversos

    6. Visão geral das funcionalidades dos softwares CopperLeaf C-55, Crystal Ball® e Isograph Availability Workbench;

  4. Exemplos práticos de planejamento na gestão de ativos

    1. Análise de VAR (value-at-risk) em aquisição de equipamentos importados empregando-se derivativos para o gerenciamento de riscos

    2. Análise de risco do VPL, TIR e Payback de um projeto de produção de petróleo com novo estoque de equipamentos

    3. Seleção de portfólio ótimo de novos projetos de melhorias de modo a atender produção, restrição de investimentos e custos, maximização de VPL, VAR, etc.

    4. Análise de risco no tempo de construção de 3 projetos nas áreas de laboratório, rodovia e pequena ferrovia

    5. A seleção ótima de um portfólio de N projetos para serem submetidos a um programa de melhoria de qualidade por seis sigma

    6. Análise de risco na estratégia de uma empresa exportadora de commodities que emprega estratégias de swap em 3 moedas distintas

    7. O valor de recomposição de uma equipe de manutenção para atender a uma demanda de serviços que varia ao longo do tempo

  5. Visão geral e revisão de planejamento e gestão de investimentos em ativos

 

 

Objetivo

  • Mostrar de forma objetiva e prática como realizar análise de causa raiz

Por que participar?

  • O treinamento apresenta conceitos fundamentais para realizar diferentes estudos econômicos como análise de risco de projetos, análise de portfólios, análise de projetos de melhorias, etc.

  • O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

  • Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

Áreas de Interesse/público-alvo

  • Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

  • Docentes e discentes interessados na área

  • Gestão da qualidade

  • Design de projetos e produtos

Ementa

1.Elaboração e análise de fluxo de caixa de projetos

2. Equivalência financeira

3. Risco em tempo, custo e retorno de projetos de CAPEX

4. Fontes de financiamentos de projetos e custos de financiamentos

5. Os componentes de fluxos de caixa de projetos

      5.1. A demanda de um produto com e sem competidores

      5.2. O custo de produção em diferentes mercados

      5.3. O custo de oportunidade do capital (custo do dinheiro)

      5.4. A tributação e seus impactos nos indicadores de projetos

 

6. Avaliação de risco de VPL, TIR, etc em projetos por simulação de Monte Carlo

7. Análise de portfólio de projetos de investimentos

8. Análise de projetos de melhorias operacionais em sistemas de produção

9. Introdução à análise de opções reais em projetos (expansão, postergação, abandono, etc)

10.  Análise de projetos de fusão e aquisição de negócios

11.  Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc), de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc)

12.  Os principais covenants usados para gestão de riscos financeiros

13.  Discussão de problemas dos participantes

RECOMENDADO PARA:

Capacitação de Profissionais responsáveis pelo desenvolvimento de programas de redução de falhas e de elaboração de procedimentos e padrões de manutenção e Operação.

OBJETIVO

  • Dotar os participantes de conceitos sobre Confiabilidade Humana aplicada a indústria, serviços e transportes,
  • Apresentar as abordagens principais usadas nas análises de Confiabilidade Humana
  • Capacitar participantes em como alocar as ações nas Análises de riscos
  • Apresentar as ações para aumento do desempenho humano na manutenção e operação de equipamentos e sistemas
  • Apresentar os tipos de procedimentos e como elaborá-los para atender tarefas humanas;

POR QUE PARTICIPAR ?

  • REDUÇÃO DE RISCOS – Aprenda como avaliar os riscos associados as tarefas Humanas e seus mecanismos de falha
  • REDUÇÃO DE FALHAS – Aprenda a criar Medidas Preventivas para aumentar o desempenho humano na execução de tarefas, reduzindo falhas.
  • REDUÇÃO DE CUSTOS – Desenvolva ações para reduzir retrabalhos e aumentar a produtividade das tarefas executadas por humanos.
  • CONTEÚDO PRÁTICO – Exercícios de fixação dos conceitos e usando metodologias já aplicadas no mercado.
  • PROFESSOR EXPERIENTE – Adquira os conhecimentos de um profissional com mais de 15 anos de experiência no estudo sobre Falha Humana e na aplicação de métodos para elaboração de padrões de trabalho..
  • APLICABILIDADE – absorva conhecimentos sobre metodologias que atendem às exigências dos clientes para todos os segmentos da indústria.

CONTEÚDO

1. CONCEITOS BÁSICOS EM CONFIABILIDADE HUMANA

   1.1.  Princípios;
   1.2. Definições;
   1.3. Aplicações;
   1.4. Análise x Quantificação da Confiabilidade Humana

2. ASPECTOS SENSORIAIS E COGNITIVOS

   2.1. Percepção, Atenção, Memória;
   2.2. Modelos de Processamento das Informações;
   2.3. Fator de Aprendizagem;
   2.4. Complexidade, Familiaridade e Cultura
   2.5. Formação do Modelo Mental

3. RELAÇÃO HOMEM-MÁQUINA

   3.1. Conceitos básicos;
   3.2. Condições para melhorias;
   3.3. Ambiente do operador;
   3.4. Prioridade de Tarefas;
   3.5. Erros no processo;
   3.6. Erros da manutenção;

4. COMPORTAMENTO HUMANO

   4.1. Comportamento individual
   4.2. Comportamento em grupo

5. FATORES AMBIENTAIS

6. CLASSIFICAÇÃO DAS FALHAS HUMANAS

7. ANÁLISE DE RISCO CONSIDERANDO AS FALHAS HUMANAS

   7.1. Métodos de Análise e Avaliação de Falhas Humanas
   7.2. A Árvore de Eventos da THERP
   7.3. HAZOP Humana
   7.4. Fatores Humanos na análise LOPA
   7.5. Análise de Tarefas com poucas ou nenhumas falhas
   7.6. ARTH – Análise de Riscos de Tarefas Humanas

8. QUANTIFICAÇÃO DAS FALHAS HUMANAS

   8.1. Definições;
   8.2. Conceitos de Probabilidade;
   8.3. Distribuições de Probabilidade Típicas das Falhas Humanas;
   8.4. Características dos Modelos de Quantificação das Falhas Humanas
   8.5. Uso das Tabelas de Erros Humanos das Técnicas de Primeira Geração
   8.6. Determinação de descritores matemáticos usando Julgamento de Especialistas
   8.7. Limitações dos Modelos de Quantificação
   8.8. Possibilidades de Simulação

9. ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DOS RISCOS – AUMENTANDO A CONFIABILIDADE DOS SISTEMAS SÓCIO-TÉCNICOS

   9.1. Definição de Barreiras e Controle
   9.2. Classificação;
   9.3. Aplicações;
   9.4. Soluções no Projeto para Redução da Taxa de falha humana;
   9.5. Critérios para Avaliação da Confiabilidade Humana no Projeto

10. Modelo de Procedimento Centrado no Executante

   10.1. Tipos de Procedimentos
   10.2. As Práticas
   10.3. Complexidade da Tarefa
   10.4. Conduzindo o Executante
   10.5. Criatividade Humana
   10.6. Sistema Tolerante à Falha Humana (Restrição, Feedback, Recuperação)

11. Seleção de Procedimentos

   11.1. Critérios para escolha
   11.2. Instruções de Trabalho
   11.3. Check-list
   11.4. Escolha do Suporte a Memória para Execução
   11.5. Tipos de Suporte a Memória
   11.6. Documentos escritos e recursos eletrônicos
   11.7. Aplicações

12. Revisão de Procedimentos Escritos

   12.1. Método para identificação de Pontos Críticos
   12.2. Aplicações
   12.3. Verificações na Estrutura do texto
   12.4. Verificações sobre Figuras
   12.5. Aplicações

DURAÇÃO

24 h/aula (cada hora-aula tem 50 minutos)

Objetivo

  • Mostrar de forma objetiva e prática as técnicas de Análise Preliminar de Perigos (APP) e Estudos de Operabilidade (HAZOP), incluindo métodos de Brainstorm, liderança e execução de reuniões.

 

Por que participar?

  • REDUÇÃO DE RISCOS – Aprenda a criar Medidas Preventivas e Protetivas onde for necessário.
  • REDUÇÃO DE CUSTOS – Priorize investimentos na aquisição e manutenção de acordo com o risco.
  • CONHECIMENTO DOS PROCESSOS – Descobra detalhes envolvidos nos processos e operações de seu sistema.
  • INTEGRAÇÃO DE EQUIPES – Tenha as áreas de projeto, operação, manutenção, segurança e qualquer outra, alinhadas para o mesmo objetivo.
  • CONTEÚDO PRÁTICO E OBJETIVO – Participe de uma sessão real de HAZOP.
  • CERTIFICAÇÃO – Tenha certificação do curso e da participação em uma sessão de HAZOP. • PROFESSOR EXPERIENTE – Adquira os conhecimentos de um especialista com mais de 1.000 horas de HAZOP de processos de  Químicos, Petroquimicos, Pesticidas, Papel e Celulose, Combustíveis, dentro outros.
  • TURMAS REDUZIDAS – Receba a devida atenção em turmas com o máximo de 20 alunos.

Áreas de Interesse

  • Projeto;
  • Processos;
  • Suprimentos;
  • Segurança e Meio Ambiente;
  • Qualidade;
  • Manutenção;
  • Operação;
  • Ensino e pesquisa.

Conteúdo:

1. Introdução a Conceitos de Gerenciamento de Riscos.

   1.1. Segurança do Trabalho x Segurança de Processo;
   1.2. Incidente x Acidente;
   1.3. Perigo, Evento, Causa, Consequência e Cenário;
   1.4. Frequência e Severidade;
   1.5. Risco e Matriz de Risco.

2. Acidentes.

   2.1. Notas Iniciais;
   2.2. Exemplos e Exercícios;

3. Principais Técnicas de Análise e Gerenciamento de Riscos.

   3.1. What if (E se?);
   3.2. HAZOP (Hazard and Operability Studies);
   3.3. APP (Análise Preliminar de Perigos);
   3.4. EAR (Estudo de Análise de Riscos);
   3.5. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos);
   3.6. PAE (Plano de Ação de Emergência.

4. Metodologias de APP e HAZOP e suas aplicações

   4.1. Observações Gerais;
   4.2. APP;
      4.2.1.  Vantagens;
      4.2.2.  Descrição da Metodologia;
      4.2.3.  Planilha e Exemplo;
      4.2.4.  Passos para realização;
      4.2.5. Estimativa de tempo;
      4.2.6. Exercício.
   4.3. HAZOP
      4.3.1. Vantagens;
      4.3.2. Descrição da Metodologia;
      4.3.3. Planilha e Exemplo;
      4.3.4. Passos para realização (Nó, Intenção e Desvios);
      4.3.5. Estimativa de tempo;

5. Cultura para Sucesso do HAZOP e APP

   5.1. Premissas para Análise e Gerenciamento de Riscos;
   5.2. Cultura da Análise e Gerenciamento de Riscos;

6. Conceitos para a Gestão da Reunião

6.1. Princípios para Gestão da Reunião;
   6.1.1. Definição do Escopo;
   6.1.2. Visita de Campo;
   6.1.3. Bate papo com participantes;
      6.1.4. Documentação;
      6.1.5. Escolha da Equipe;
      6.1.6. Gerenciamento da Equipe;
      6.1.7. Escolha do Local;

   6.2. Relatório Final;

7. Sessão de HAZOP

   7.1. Criação de Equipes e Nomeação dos Líderes e Secretários de HAZOP;
   7.2. Brainstorm para a Construção de Sistema de Análise;
   7.3. Execução do HAZOP pelas equipes;
   7.4. Monitoramento e Orientações de Melhoria;
   7.5. Avaliação do Exercício e Levantamento de Dificuldades;

8. Estudo de Caso com Auxílio do Software HAZOP+ 2012

 

Carga horária: 24 horas

Objetivos

  • Transmitir aos profissionais de forma clara e objetiva a metodologia quantitativa necessária para a solução de problemas em áreas como manutenção, desenvolvimento de produtos, planejamento, dentre outras

  • Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia de árvore de falhas (FTA) e árvore de eventos (ETA) para analisar os riscos decorrentes de falhas de componentes individuais ou de combinações de falhas em sistemas e, além disso, analisar as possíveis consequências em virtude da ocorrência de diversos eventos

Por que participar? 

  • Compreender as ferramentas fundamentais para estudos de segurança de equipamentos

  • Entender como realizar a parte quantitativa em estudos de SIL, PRA e demais abordagens para análise de risco

  • O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

  • O curso é ministrado por instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

Áreas de Interesse/público-alvo

  • Desenvolvimento de novos produtos

  • Segurança de sistemas industriais

  • Desenvolvimento de estratégias de garantia

  • Elaboração de teste de homologação e validação

  • Gestão da qualidade

  • Manutenção de sistemas reparáveis

  • Gerenciamento das atividades de produção

  • Design de projetos e processo

Ementa

  1. Introdução à análise de sistemas por meio de árvore de falhas e de eventos

    1. Conceitos sobre análise de sistemas

    2. Análise de sistemas: indução x dedução

    3. Introdução sobre análise de árvore de falhas (FTA)

    4. Introdução sobre análise de árvore de eventos (ETA)

  1. Tipos de eventos e portas lógicas para árvore de falhas

    1. Introdução sobre eventos e portas

    2. Eventos primários

    3. Portas lógicas

    4. Símbolos de transferência

    5. Exercícios extras 

  2. Fundamentos sobre a construção de árvores de falhas e conjuntos de corte

    1. Componentes de uma árvore de falhas

    2.  Efeito, modo e mecanismo de falha

    3. Regras para a construção de árvores de falhas

    4. Conjuntos de corte – cut sets

    5. Conceitos básicos sobre álgebra booleana 

  3. Conceitos de probabilidade utilizados na análise de árvore de falhas

    1. Conceitos de probabilidade

    2. Introdução sobre probabilidade de ocorrência de um evento associado a uma porta lógica

    3. Combinação e permutação 

  4. Modelagem da falha e de reparo para os eventos primários de uma árvore de falhas

    1. Probabilidade de ocorrência de um evento

    2. Componentes com taxa de falha constante

    3. Falhas dormentes

    4. Configuração standby

    5. Modelo de “Time at risk

    6. Modelo binomial para grupos de componentes idênticos em configuração K-de-N

    7. Modelo de Poisson para análise de número limitado de peças de reposição

    8. Distribuição Weibull

    1. Distribuição Lognormal

    2. Disponibilidade em diferentes fases de operação

    3. Taxa de falha em diferentes fases de operação

    4. Evento iniciador de uma árvore de eventos 

  1. Análise quantitativa da árvore de falhas

    1. Análise quantitativa

    2. Cálculo da indisponibilidade e frequência de um cut set

    3. Cálculo da indisponibilidade de um sistema

    4. Cálculo da frequência de ocorrência de um sistema

    5. Outras medidas de desempenho 

  2. Falha de causa comum (Common Cause Failure)

    1. Falha de causa comum

    2. Modelos de falha de causa comum

    3. Beta Factor

    4. Multiple Greek Letter (MGL)

    5. Alpha Factor

    6. Beta Binomial Failure Rate (BFR) 

  3. Medidas de importância, avaliação da incerteza e análise de sensibilidade

    1. Medidas de importância

    2. Fussell-Vesely

    3. Birnbaum

    4. Barlow-Proschan

    5. Risk Reduction Worth

    6. Risk Achievement Worth Importance

    7. Incerteza e simulação de Monte Carlo

    8. Análise de sensibilidade 

  4. Cadeia de Markov

    1. Introdução sobre Cadeia de Markov

    2. Cadeia de Markov discreta

    3. Cadeia de Markov contínua

    4. Cadeia de Markov com fases contínuas e discretas

    5. Modelagem de sistemas com estoque de peças de reposição 

  5. Análise por árvores de eventos (ETA)

    1. Conceitos sobre árvore de eventos

    2. Relação entre árvore de eventos e árvore de falhas

    3. Risco de uma consequência

 

  1. Tipos de projetos (expansão, contração, layout, etc)

  2. Elaboração e avaliação de fluxo de caixa de projetos (VPL, TIR, Payback, VPL/I, etc)

  3. Métodos para previsão de CAPEX de grandes projetos

  4. Métodos para previsão de OPEX de grandes projetos

  5. Avaliação de confiabilidade e disponibilidade de diferentes design de sistemas (série, paralelo, standby, dependentes, etc)

  6. Previsão de confiabilidade e falhas de componentes sem dados históricos (normas IEC, MIL-HDBK, etc) em diferentes condições operacionais

  7. Previsão de confiabilidade e falhas de componentes quando existem dados históricos em diferentes condições operacionais

  8. Análise da relação CAPEX, OPEX e disponibilidade de sistemas com diferentes designs (exemplos diversos)

  9. Métodos para análise de risco de eventos indesejáveis em projetos (FTA, ET, etc)

  10. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc), de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc)

  11. Discussão de problemas dos participantes

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench, Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

 

  1. Exemplo de problemas típicos em planejamento de empresas

  2. Como construir uma distribuição de probabilidade na prática para representar a incerteza

  3. As distribuições mais comuns em avaliação de riscos (normal, lognormal, Pert, etc)

  4. Simulação de Monte Carlo e como interpretar os resultados na forma de estatísticas

  5. Como selecionar as distribuições de probabilidade para um conjunto de dados históricos

  6. Métodos para incorporar a dependência entre as variáveis (correlação, regressão, IF, PROC, etc)

  7. Métodos de estimativa de risco com previsão de variáveis no curto prazo e longo prazo

  8. Variabilidade, risco e otimização para a tomada de decisão

  9. Estudo de casos análogos aos que ocorrem em planejamento estratégico empresarial:

    1. Modelo para previsão de demanda de peças de reposição de um equipamento de geração de vapor

    2. Modelo para análise de risco e estimativo do mix ótimo de produção de uma indústria farmacêutica e a interpretação dos resultados

    3. Modelo para análise de risco na previsão da demanda futura de cerveja de uma grande empresa do segmento de bebidas e a interpretação dos resultados

    4. Modelo para a análise de risco na estratégia ótima para planejamento da produção de uma fábrica de brinquedos e a interpretação dos resultados

    5. Modelo de simulação para a estimativa do nível ótimo de capacidade da planta de produção de um novo produto de uma grande empresa e a interpretação dos resultados

    6. Modelo para a elaboração da estratégia ótima de alocação de área de uma fazenda entre diversas atividades pecuária e agrícola e a interpretação dos resultados

    7. empresa e interpretação dos resultados

    8. Modelo para dimensionsionamento de tamanho de uma plataforma de petróleo com nível incerto de reserva

    9. Modelo para determinar investimento ótimo em blocos objeto de exploração de óleo e gás

  10. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

    1. Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRiskModelo para delinear uma política de seleção de projetos para seis sigma para maximizar o EVA do departamento e a interpretação dos resultados

    2. Modelo para análise de risco na previsão do o fluxo de passageiros de um grande aeroporto e a interpretação dos resultados

    3. Modelo para a estimativa do valor ótimo de dinheiro a ser deixando em caixa e a interpretação dos resultados

    4. Modelo para análise de risco na estratégia ótima de hedge de uma empresa onde 90% das receitas são geradas por exportação e interpretação dos resultados

    5. Modelo para estimativa dos preços críticos do metal (regras ótimas) para abrir e fechar uma mina de ouro e interpretação dos resultados

    6. Modelo para estimativa do o volume ótimo de gasolina numa rede de distribuição e interpretação dos resultados

    7. Modelo para análise do timing de lançamento de um novo produto e interpretação dos resultados

    8. Modelo para análise da melhor estratégia de teste de mercado para um novo produto e interpretação dos resultados

    9. Modelo para análise de risco na estratégia de realizar venda casada de diferentes produtos e interpretação dos resultados

    10. Modelo para análise de risco de uma empresa num mercado competitivo e interpretação dos resultados

    11. Modelo para análise de risco no prazo para terminar um projeto e interpretação dos resultados

    12. Modelo para análise de risco de um novo projeto de Pesquisa e Desenvolvimento e interpretação dos resultados

    13. Modelo para análise de risco de alocação de recursos num fundo para cobrir plano de aposentadoria e interpretação dos resultados

    14. Modelo para análise de risco do market share de equilíbrio num mercado com duas grandes empresas e interpretação dos resultados

    15. Modelo para análise de risco na aquisição (incorporação) de uma nova empresa e interpretação dos resultados

    16. Modelo para dimensionsionamento de tamanho de uma plataforma de petróleo com nível incerto de reserva

    17. Modelo para determinar investimento ótimo em blocos objeto de exploração de óleo e gás

  11. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

 

  1. Análise de risco e otimização estocástica:

    1. Uma visão geral da complexidade dos problemas em ambiente de incerteza;

    2. Algumas características importantes de uma análise de risco;

    3. Otimização determinística e estocástica: O que é? Quais as diferenças? Quando devem ser empregadas?;

    4. Uma visão geral de modelos matemáticos, simulação, otimização e exemplos;

    5. Exemplo 1: Modelo para a simulação do percentual de defeitos de uma peça composta por 4 unidades;

    6. O que é simulação de Monte Carlo? Como ela pode ser realizada no Crystal Ball? Como interpretar os resultados?;

    7. Exemplo 2: Modelo para usar distribuições de probabilidade na modelagem de tempo para completar um processo;

    8. Exemplo 3: Simulação de um plano de testar a vida de amortecedores;

    9. Exemplo 4: Modelo para análise de risco de um plano de amostragem;

    10. Exemplo 5: Modelo para análise de risco da oferta de um novo emprego de engenheiro de qualidade (Black-Belt);

    11. Exemplo 6: Modelo para otimização do nível ótimo de capacitores a serem comprados;

    12. Exemplo 7: Modelo para escolher a melhor distribuição de probabilidade para cada variável incerta e estimativa de risco;

    13. Exemplo 8: Modelo para estimativa de risco de investimentos em dois projetos de seis sigma;

    14. Exemplo 9: Modelo para análise de correlações entre várias variáveis em problemas de Seis Sigma;

    15. Exemplo 10: Modelo para análise de sensibilidade da confiabilidade de uma mola helicoidal e interpretação de resultados;

    16. Exemplo 12: Modelo para a previsão de média e risco na demanda de gás natural de uma pequena cidade;

  2. Os conceitos fundamentais de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

    1. O que é qualidade para produtores e consumidores?

    2. Exemplo 13: O que é seis sigma e porque esta abordagem de seis sigma é tão importante?

    3. As fases de um programa de seis sigma (DMAIC) e como simulação de Monte Carlo é gera economia

    4. Exemplo 14: O que é DFSS e porque esta abordagem de seis sigma é tão importante?

    5. Os indicadores de capabilidade de processos:

      1. Cp, Cpk,

      2. PP, Ppk

      3. Outros

    6. Exemplo 15: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque simulação é tão importante

    7. Exemplo 16: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque devemos usar simulação

    8. Alguns casos de sucesso de uso de simulação na melhora de qualidade

  3. Análise de casos complexos nas áreas de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

    1. Modelo para avaliação da melhora na qualidade do processo de empréstimos de um banco

    2. Modelo para seleção de projetos para estudos de seis sigma

    3. Modelo para análise de melhora na qualidade do design de uma bomba para sistema de envasamento

    4. Modelo para simulação da previsão de variabilidade a partir de design de experimentos (DOE)

    5. Modelo para análise de tolerância de componentes para atender especificação de produto e minimizar custo

    6. Modelo para análise da presença de “hidden factory” por meio de lean e seis sigma

    7. Modelo para análise da melhor especificação na fase de projeto de um pistão

    8. Modelo para simulação de Value Stream Analysis de uma fábrica de geradores elétricos

  4. Discussão de problemas dos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

 



  1. Comportamento do decisor: aversão, propensão e neutralidade em relação ao risco

  2. Conceitos e aplicações corporativas de derivativos

  3. Estratégias contratos futuros e a termo

  4. Estratégias com opções diversas

  5. Estratégias com swaps

  6. Estratégias combinações de derivativos

  7. Estatística, probabilidade e simulação de Monte Carlo:

    1. Estatísticas importantes (média aritmética, média geométrica, desvio padrão, amplitude, coeficiente de variação, assimetria, curtose)

    2. Distribuições de probabilidades e a interpretação aplicada ao mercado financeiro

    3. Distribuições para estimativa de intervalos de confiança das previsões (Normal, lognormal, Student e F)

    4. Números aleatórios, simulação de Monte Carlo, redundância de variância, quase-números aleatórios

  8. Dependência entre variáveis: regressão, correlação e copulas por meio de exemplos

  9. Previsão por processos estocásticos como Movimento Geométrico Browniano, Movimento de Reversão à Média e Modelos combinados

  10. Otimização determinística e estocástica em alocação de recursos em portfólios

  11. Análise de diversos problemas semelhantes aos reais que ocorrem nas empresas:

    1. Avaliação de risco e retorno de um investimento em carteira composta por ações de diversas empresas

    2. Avaliação da eficiência de mercado a partir de uma série de dados históricos de preços de ações

    3. Avaliação de risco e otimização em alternativas de alocação do capital de um fundo de pensão de funcionários de uma empresa

    4. Análise de risco de um portfólio de crédito segundo as normas do acordo da Basiléia II

    5. Alocação ótima de frações de investimento entre diferentes ativos financeiros (ações, opções, câmbio, etc)

    6. Modelo para estimar duration e imunization em investimentos envolvendo taxas de juros

    7. Modelo para simular o valor do prêmio de opções financeiras tipo Europeias, Americanas e outras

    8. Modelo para simulação média e risco de taxa de retorno de investimento em estratégias de hedge envolvendo opções financeiras tipo exóticas

    9. Modelo para quantificação de Value-at-Risk (VAR) de portfólios de ativos financeiros

    10. Modelo para estimativa de Value-at-Risk (VAR) e Condictional Value-at-Risk (C-VAR) de portfólio de projetos de investimento em ouro e ferro

    11. Modelo para previsão de preços de ativos (ações, de câmbio, etc) usando-se diferentes modelos de reversão à média, choques, aleatoriedade, etc

    12. Modelagem de taxa de retorno de estratégias de investimento envolvendo contratos futuros de taxa de câmbio usando-se diferentes modelos estocásticos

    13. Modelo para elaboração de estratégias de hedge de uma mineradora empregando-se derivativos de preço e taxas de câmbio

    14. Avaliação do retorno e risco de uma estratégia usada por uma empresa envolvendo Swaps em taxas de câmbio

    15. Modelo para análise de risco de um portfólio de crédito gerenciado por um banco de varejo

    16. Modelo para análise de exposição ao risco atuarial de instituições financeiras que atuam no segmento de seguros de veículos

    17. Modelo para previsão de dinâmica de caixa de fundos de aposentadoria de uma grande empresa de geração de energia elétrica

    18. Modelo para simulação da fronteira eficiente de Markowitz de uma carteira de investimentos em ativos financeiros

    19. Modelo para simulação de risco de necessidades financeiras (default) de empresas de acordo critérios das agências de classificação de risco (S&P, Moodys, etc)

  12. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

 

  1. Análise de indicadores financeiros e sua dependência com tomada de decisão em ativos:

    1. Conceito dos principais tipos de demonstrações financeiras

    2. Indicadores de operação (Custo capacidade, turnover de estoques, recebíveis, alavancagem, etc)

    3. Indicadores de liquidez e solvência (Cobertura de juros, liquidez corrente, Covenants, etc)

    4. Indicadores de rentabilidade (EBITDA, ROA, ROE, RONA, etc)

    5. Novos conceitos: EVA, CFROI, CVA

    6. Sensibilidade de indicadores de negócio e política de gestão de ativos físicos

    7. Exemplos diversos

  2. Métodos para escolhas com objetivos múltiplos (SMART)

  3. Estatística, probabilidade e simulação de Monte Carlo

  4. As ferramentas árvore de decisão e diagrama de influências aplicadas na seleção de projetos

  5. Tomada de decisões em condições de incerteza

  6. Métodos para estimativa de probabilidades

  7. O método AHP aplicada na seleção de projetos com restrições de orçamento

  8. O método PROMETHEE aplicado na seleção de projetos com restrições de orçamento

  9. Modelos para análise projetos em gestão de ativos:

    1. Análise da opção de manutenção preventiva

    2. Análise da opção de manutenção corretiva

    3. Análise da opção de manutenção detectiva

    4. Análise da opção de desativação

    5. Análise da opção de substituição

    6. Análise da opção de reforma (overhaul)

    7. Análise da opção de mudança de localização de centros de manutenção

  10. Um exemplo de modelo de suporte à decisão

  11. Discussão de problemas dos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk, CopperLeaf C-55 e Isograph Availability Workbench;

 

  1. Erros comuns na análise de investimentos com a teoria do VPL:

    1. Limitações do VPL na valoração de projetos com opção de abandono

    2. Limitações do VPL na decisão do momento de investir

    3. Incerteza, irreversibilidade, aversão ao risco e decisão gerencial (opção real)

    4. Análise comparativa entre simulação de Monte Carlo, Árvore de decisão e opções reais

    5. Erros associados com o timing dos fluxos de caixa, inserção de inflação e taxa de desconto

  2. Introdução à teoria das opções reais:

    1. Conceito de opções financeiras (call, put, etc)

    2. Análise do resultado (payoff) de estratégias com opções financeiras

    3. Métodos para previsão de preço do ativos subjacente (reserva, preços de commodities, taxa de juro, etc)

    4. O modelo Black-Scholes para valoração de opções financeiras e reais

    5. O modelo de Cox-Ross-Rubinstein para valoração de opções financeiras e reais

    6. O modelo de simulação de Monte Carlo para análise opções financeiras e reais

  3. Análise do valor das opções reais operacionais (projetos, processos, etc):

    1. As principais opções reais em projetos

    2. Modelos para modelagem do ativo subjacente (projeto, custo, etc)

    3. Análise da opção do momento de investir (timing) em projetos

    4. Análise da opção de abandono em projetos

    5. Análise da opção de contração em projetos, plantas, etc

    6. Análise da opção de expansão em projetos

    7. Análise da opção de decapeamento de uma mina

  4. A prática da análise de opções reais em projetos:

    1. As quatro etapas para a análise de opções reais

    2. O problema da estimativa dos parâmetros do modelo de análise das opções reais

    3. Métodos para estimar o valor do ativo subjacente (projeto, reserva, etc)

    4. Métodos para estimar o valor do preço de exercício (investimento, custo de substituição, valor de reforma, etc)

    5. Métods para estimar a volatilidade futura do ativo subjacente

    6. Métodos para estimar a taxa de juro livre de risco

    7. Métodos para estimar a taxa de dividendos dos ativos subjacentes (projetos, etc)

    8. Métodos para estimar a maturidade para exercícios das opções reais

  5. Análise de opções reais complexas em mineração:

    1. Análise das opções compostas em projetos

    2. Análise das opções de conversão em plantas minerais

    3. Análise das opções de aprendizado em pesquisa mineral

    4. Análise da opção de investir na expansão de uma mina

    5. Análise da opção de substituição de tecnologia de transporte numa mina

  6. Um novo modelo decisório com base nas opções reais:

    1. A regra para decidir em ambiente sem incerteza

    2. A regra para decidir com incerteza no preço

    3. A regra para decidir com incerteza no investimento

    4. A regra para decidir com incerteza na taxa de juros

    5. A regra decisória e a escolha de flexibilidade

    6. Avaliação da probabilidade sucesso do exercício de opções reais (simulação de Monte Carlo)

  7. Discussão de problemas dos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

 



  1. Princípios

  2. Definições

  3. Aplicações

  4. Análise x Quantificação da Confiabilidade Humana

  5. Aspectos sensoriais e cognitivos:

    1. Percepção, atenção, memória

    2. Modelos de processamento das informações

    3. Fator de aprendizagem

    4. Complexidade, familiaridade e cultura

    5. Formação do modelo mental

  6. Relação Homem-Máquina:

    1. Conceitos básicos

    2. Condições para melhorias

    3. Ambiente do operador

    4. Prioridade de Tarefas

    5. Erros no processo

  7. Erros da manutenção

  8. Comportamento humano – individual e em grupo.

  9. Fatores ambientais.

  10. Classificação das falhas humanas.

  11. Análise de risco considerando as falhas humanas:

    1. Métodos de análise e avaliação de falhas humanas

    2. A Árvore de Eventos da THERP

    3. HAZOP Humana

    4. Fatores humanos na análise LOPA

    5. Work Analysis

    6. Análise de tarefas com poucas ou nenhumas falhas

    7. ARTH – Análise de Riscos de Tarefas Humanas

  12. Quantificação das falhas humanas:

    1. Definições

    2. Conceitos de probabilidade

    3. Distribuições de probabilidades típicas das falhas humanas

    4. Características dos modelos de quantificação das falhas humanas

    5. Uso das tabelas de erros humanos das técnicas de primeira geração

    6. A análise de sensibilidade da influência das falhas humanas

    7. Determinação de descritores matemáticos usando julgamento de especialistas

    8. Limitações dos modelos de quantificação

    9. A lógica das técnicas de 3ª geração – exemplo: CREAM

    10. Uso dos descritores por lógica fuzzy

    11. Possibilidades de simulação

  13. Estratégias de redução dos riscos – aumentando a confiabilidade dos sistemas sócio técnicos:

    1. Definição de barreiras e controle

    2. Hierarquia de barreiras

    3. Avaliação das barreiras e controles

    4. Classificação

    5. Aplicações

    6. Soluções no projeto para redução da taxa de falha humana

    7. Critérios para avaliação da confiabilidade humana no projeto

  14. Discussão de problemas dos participantes