Treinamentos

Gestão de ativos físicos e áreas afins

Por que participar & objetivos

• Mostrar os benefícios da metodologia RCMcost em relação aos planos de manutenção tradicionais (experiência, sugestão de fabricantes, etc.)

• Demonstrar como quantificar os ganhos de um plano de manutenção por meio de simulação de Monte Carlo e permitir que os gerentes possam fazer escolhas mais eficientes

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias para um estudo econômico sobre os planos de manutenção, sendo composto por conceitos teóricos rigorosos, juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e é muito prático

• Mostrar decisões gerenciais corretas em manutenção agregam valor ao negócio

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de sistemas industriais

• Profissionais da área de manutenção de sistemas militares

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com estratégias de manutenção

• Demais profissionais interessados em estratégias de manutenção de sistemas em geral

 

Ementa

1. Risco, incerteza, decisão gerencial e manutenção

2. Roteiro para elaboração de um plano de manutenção

3. Revisão de conceitos fundamentais associados à manutenção:

3.1. Conceitos e terminologia de falhas

3.2. Estimativa de confiabilidade, mantenabilidade, taxa de falha, taxa de reparos, MTBF, MTTR a partir de conjunto de dados

3.3. Conceitos de análise de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade (RAM)

3.4. Confiabilidade e disponibilidade de sistemas em diferentes configurações (série, paralelo, stand-by, etc.)

3.5. Os tipos de tarefas de manutenção (corretiva, preventiva, inspeções)

3.6. Análise de performance de um plano de manutenção recomendado para uma bomba centrífuga

4. Métodos para identificação dos elementos (equipamentos) críticos de um sistema:

4.1. Análise de Pareto

4.2. Análise multicritério

4.3. Simulação de Monte Carlo

5. Detalhamento do método Reliability Centered Maintenance (RCM):

5.1. Motivação para desenvolvimento

5.2. Quem usou e os ganhos obtidos

5.3. As principais normas que recomendam o uso do método RCM

5.4. Os principais equívocos na implantação do método

5.5. Análise comparativa de plano de manutenção clássico versus plano pelo RCM para o caso de um sistema de bombeamento

5.6. Exemplos diversos

6. Métodos para análise de tarefas de manutenção de forma individual e combinadas:

6.1. Fluxo de caixa de custos de tarefas de manutenção

6.2. A distribuição exponencial: conceito e aplicações

6.3. A distribuição normal: conceitos e aplicações

6.4. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações

6.5. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações

6.6. Análise dos impactos de manutenção preventiva sobre a confiabilidade de equipamentos

6.7. Intervalos ótimos de manutenção preventiva para minimizar custos e maximizar disponibilidade

6.8. Análise de sensibilidade das funções confiabilidade e disponibilidade em função da frequência de inspeções

6.9. Simulação de custo e performance de planos de manutenção em nível de equipamentos

7. Elaboração de plano de manutenção com base no método RCM:

7.1. Definição de sistema, função, falha funcional, modo de falha e causa

7.2. Seleção das tarefas de manutenção a partir de FMECA

7.3. A padronização de FMEAs para acelerar o processo de execução nas empresas

7.4. Diagrama lógico para tomada de decisões

7.5. As diferentes abordagens existentes no mercado

8. Métodos para agrupamento de tarefas:

8.1. Modelo para determinar o agrupamento para minimização de custos

8.2. Modelo para determinar o agrupamento para maximizar a disponibilidade

8.3. Modelo para determinar o agrupamento para metas de confiabilidade

9. Uso de simulação para avaliação da eficácia (performance, econômica, riscos, etc.) dos planos de manutenção

10. Previsão da demanda de recursos e otimização na execução do plano de manutenção selecionado:

10.1. Análise de mão-de-obra

10.2. Análise de equipamentos, instrumentos, etc.

10.3. Análise de necessidade de estoques

10.4. Outros

11. Simulação de resultados do plano de manutenção com base na metodologia RCM

12. Análise de problemas sugeridos pelos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench

Por que participar & objetivos

• Conhecer metodologias para (1) determinar o momento ótimo para se fazer a substituição dos ativos existentes, (2) decidir entre as opções de reforma ou continuidade com ativos existentes ou aquisição de novas unidades

• Mostrar como avaliar os resultados de disponibilidade, custos, frequência de falhas, etc de sistemas em função dos planos de manutenção

• Familiarização com os benefícios de emprego de ferramentas apropriadas para determinar as políticas ótimas de manutenção dos sistemas reparáveis

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

• Compreensão sobre como fazer previsão dos indicadores de manutenção em função dos planos de manutenção implementados

• Mostrar decisões gerenciais corretas em manutenção agregam valor ao negócio

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de sistemas industriais

• Profissionais da área de planejamento de produção

• Profissionais da área de gestão de ativos físicos

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com estratégias de manutenção

• Demais profissionais interessados em áreas afins com gestão de ativos físicos

 

Ementa

1. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc.), e de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc.)

2. Indicadores de fluxo de caixa de opções de melhorias em O&M (VPL, TIR e Payback)

3. Depreciação, seus benefícios legais e decisões em manutenção

4. O momento ótimo de substituição de equipamentos para minimizar o custo de propriedade (vida econômica)

5. A decisão entre reforma de equipamentos existentes e aquisição de novos

6. Métodos para previsão de investimentos (CAPEX) em melhorias em ativos

7. Modelagem de confiabilidade e mantenabilidade em manutenção e gestão de ativos:

7.1. Desenvolvimento dos conceitos (MTTF, MTTR, taxa de falha, confiabilidade, disponibilidade, etc.) por meio de exemplos numéricos e suas aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.2. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.3. A distribuição normal: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.4. A distribuição exponencial: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.5. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.6. Modelagem e confiabilidade com dois ou mais modos de falha e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.7. Modelagem de confiabilidade de modos de falha tipo degradação e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

8. Confiabilidade, disponibilidade e falhas de diferentes tipos de configuração de sistemas (série, paralelo, standby, etc.)

9. Métodos para previsão de falhas e custos de O&M de sistemas (MTBF, taxa de falha, confiabilidade, disponibilidade)

10. Avaliação de custo de ciclo de vida e disponibilidade de equipamentos e frotas em função de planos de manutenção (preventiva, corretiva, inspeções, CBM, etc.) em sistemas:

10.1. Análise detalhada da política de manutenção preventiva dos componentes para minimizar custo

10.2. Modelo para estimativa do intervalo de manutenção preventiva (idealizada e real) para maximizar a disponibilidade operacional

10.3. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para maximizar a disponibilidade operacional

10.4. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade

10.5. Modelo para análise de intervalo de preventivas com base na idade do equipamento e não dos componentes

10.6. Modelo para análise de preventivas realizadas em grupos de componentes

10.7. Modelo para análise de preventivas realizadas em componentes de forma oportunística

10.8. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para minimização da média do custo operacional

10.9. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para maximizar a média da disponibilidade operacional

10.10. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção (idealizada e real) em componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade

10.11. Modelo para análise das políticas de manutenção baseada na condição de componentes (condition-based maintenance) para maximizar disponibilidade no caso em que o modelo de falha for degradação

10.12. Modelo para estimativa do momento de substituição preventiva para minimizar o custo unitário no caso em que o modo de falha for degradação

10.13. Modelos de riscos competitivos aplicados na escolha do momento ótimo de trocas em função de informações de monitoramento de condições

10.14. Modelos para previsão da necessidade de peças de reposição e minimização de custos de estocagem

11. Uma visão geral do que podemos fazer com as metodologias apresentadas:

11.1. De que forma o intervalo entre manutenção preventiva no componente A causa impacto na disponibilidade do equipamento?

11.2. Qual o número de peças sobressalentes para minimizar o custo de operação de uma máquina?

11.3. Qual o intervalo ótimo entre as preventivas para minimizar a média do custo de manutenção em nível de componente? E em nível de sistema?

11.4. Qual a relação entre custo de manutenção de um componente e nível de segurança de nossos sistemas de transmissão de energia elétrica?

11.5. A diretoria deseja que o custo de produção por tonelada seja reduzido em 15%. Qual será a contribuição da estratégia de manutenção? O que será mais eficiente: alterar as políticas de manutenção ou adquirir novos equipamentos?

11.6. O problema central dos gerentes de manutenção: como fazer a gestão de ativos físicos de acordo com o PAS-55?

11.7. Análise entre custo decorrente de política de manutenção e retorno sobre os ativos (ROA)

12. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench

Objetivo

• Apresentar conceitos relacionados a construção do sistema de controle dos processos de manutenção, dos planos por equipamento e da programação de serviços de manutenção usando métodos aplicáveis a qualquer sistema informatizado.

 

Por que participar?

• Capacita o profissional a controlar e organizar de forma eficiente um sistema de manutenção de equipamentos

• Capacita o profissional a desenvolver análise de capacidade de recursos e possibilidades de programação e controle dos serviços

• Capacita o profissional a realizar análises críticas na manutenção

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

• Engenheiros

• Técnicos

• Administradores

 

Ementa

1. Conceitos da manutenção de equipamentos

    1.1. Conceito RAM – confiabilidade, disponibilidade, mantenabilidade

    1.2. Conceitos principais sobre os tipos de manutenção

    1.3. Conceito geral de estratégias de manutenção

    1.4. Políticas de manutenção – aplicação

    1.5. Definição de ativo físico e estratégias de manutenção

2. Noções sobre função, modo de falha e padrões de falha no tempo

    2.1. Conceito de modo de falha

    2.2. Curva taxa de falhas x tempo

    2.3. Padrões de falha x tipo de tarefa de manutenção

3. Controle da Manutenção

    3.1. Componentes de controle de processo

    3.2. Identificação hierárquica de sistemas e suas peças – árvore de cadastro

        3.2.1. Definição do Tag

        3.2.2. Tipos de Tag

        3.2.3. Hierarquização dos sistemas por localização e por função

        3.2.4. Aplicações

    3.3. Registros

        3.3.1. Tipos de registros da manutenção

        3.3.2. Definição de histórico do equipamento e sua importância

        3.3.3. Tipos de relatórios históricos

        3.3.4. Planos de arquivamento de registros

    3.4. Instruções de trabalho

    3.5. Indicadores de desempenho na manutenção

        3.5.1. Processo de levantamento de dados

        3.5.2. Benchmarking

        3.5.3. Hierarquia dos indicadores e mapeamento dos processos

    3.6. Auditoria da manutenção

        3.6.1. Função da auditoria

        3.6.2. Processo de auditoria focado nos registros físicos e eletrônicos

4. Plano de Manutenção

    4.1. Plano da manutenção x plano/programa de manutenção do equipamento

    4.2. Componentes do programa de manutenção do equipamento

    4.3. Criticidade dos equipamentos

    4.4. Definição dos tipos de tarefas de manutenção (MPBT, MPBC/Pred, TDF, MC)

    4.5. Metodologia MCC - manutenção centrada em confiabilidade

    4.6. Distribuição do programa de manutenção na empresa

    4.7. Análise crítica dos planos de manutenção

5. Programação de serviços e noções sobre planejamento de paradas

    5.1. Conceitos principais sobre a programação de serviços

    5.2. Diferença entre programação diária e planejamento de aradas

    5.3. Métodos para planejamento de parada

    5.4. Métodos para a programação de serviços

    5.5. Critérios de priorização

    5.6. Análise de capacidade do sistema

    5.7. Programação avançada

6. Mantenabilidade – planejamento da corretiva

    6.1. Diagrama de análise da tarefa

    6.2. Elementos de suporte a execução

7. Exercícios aplicados

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas/metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Projetos, tendo como base Guia PMBOK do PMI e considerando-se as diversas metodologias existentes no mercado, como FEL/FEP, Corrente Crítica Prince 2, Método Agile e uma metodologia hibrida.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma visão sistêmica e abrangente das metodologias hoje existentes no mercado na área de gestão de projetos, como os conceitos do Guia PMBOK, FEL/FEP, PRINCE2, CORRENTE CRÍTICA e MÉTODO AGILE em conjunto com a discussão de uma metodologia hibrida desenvolvida e que tem trazido enorme sucesso quando aplicada. Esta visão sistêmica facilita elaboração de uma metodologia hibrida customizada para qualquer tipo e tamanho de empresas.

Público alvo

  • Engenheiros e Técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de Projetos, de Paradas, de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção/projetos.

Ementa

1. Apresentação
    1.1. Troca de informações e expectativas.
2. Introdução ao Gerenciamento de Projetos
    2.1. Definições.
    2.2. Norma ABNT NBR ISO 21500:2012.
    2.3. Resultados, competitividade e sustentabilidade.
    2.4. Planejamento organizacional e desdobramentos.
        2.4.1. Estratégico.
        2.4.2. Tático.
        2.4.3. Operacional.
    2.5. Governança organizacional e governança de projetos.
    2.6. Programas, portfólio e projetos.
3. Metodologias
    3.1. Norma ABNT NBR ISO 21500:2012.
    3.2. Norma ABNT NBR ISO Série 55000:2014.
    3.3. Guia PMBOK do PMI.
    3.4. FEL/FEP.
    3.5. PRINCE 2.
    3.6. Planejamento por ondas / Método Agile - Scrum.
    3.7. Corrente crítica.
    3.8. Método Canvas.
4. Áreas do Conhecimento
    4.1. Integração.
    4.2. Partes Interessadas.
    4.3. Escopo.
        4.3.1. Tratamento holístico.
        4.3.2. Congelamento/Descongelamento.
        4.3.3. Gestão de mudanças.
    4.4. Tempo.
        4.4.1. CPM - Método do Caminho Crítico.
        4.4.2. PERT.
        4.4.3. Simulações de Monte Carlo.
        4.4.3. Método da Corrente Crítica.
    4.5. Custo.
        4.5.1. Classificação.
        4.5.2. Centro de custo.
        4.5.3. Estimativas/Orçamentação.
        4.5.4. Curvas de variação admissível.
        4.5.5. Reserva gerencial.
    4.6. Riscos.
        4.6.1. Internos ao ambiente do projeto.
        4.6.2. Externos ao ambiente do projeto.
    4.7. Recursos Humanos.
        4.7.1. Percepção da realidade/Pirâmide do conhecimento.
        4.7.2. Teoria do controle.
        4.7.3. Matriz de responsabilidade.
        4.7.4. Gestão de conflitos.
    4.8. SMS.
    4.9. Infraestrutura e logística.
    4.10. Aquisições.
        4.10.1 Tipos de contratos.
        4.10.2. Processo de contratação.
        4.10.3. Plano de contratação.
        4.10.4. Processo de suprimento.
    4.11. Qualidade.
    4.12. Comunicação.
    4.13. Liderança/Atitudes gerenciais.
    4.14. Reuniões antecipativas/Programação dos serviços.
    4.15. Monitoramento e controle.
5. Gestão de Projetos
    5.1. Iniciação.
        5.1.1. Termo de abertura do projeto.
        5.1.2. Partes Interessadas.
        5.1.3. Estabelecer a equipe de projeto.
    5.2. Planejamento.
        5.2.1. Áreas do conhecimento.
        5.2.2. Organização.
        5.2.3. Ciclo de vida do projeto e Ciclo de vida do ativo.
        5.2.4. Business case/Estudo de viabilidade.
        5.2.5. Integração gestão de projetos x gestão de ativos.
    5.3. Implementação.
    5.4. Monitoramento, controle e análise crítica.
        5.4.1. Indicadores de desempenho.
            5.4.1.1. Referencial comparativo.
            5.4.1.2. Relevância.
            5.4.1.3. Tendência.
            5.4.1.4. Nível atual.
        5.4.2. Medição dos resultados.
        5.4.3. Controle dos desvios.
        5.4.4. Controle das mudanças/Gestão de mudanças.
    5.5. Fechamento.
        5.5.1. Relatório de lições aprendidas.
        5.5.2. Encerramento do projeto.

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas/metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Paradas de Plantas Industriais para Manutenção, tendo como base o pensamento cartesiano (determinístico) e depois um modelo probabilístico bem como a discussão de aplicação de metodologias que resultaram em excelentes resultados de prazo, custo, qualidade, segurança e clima organizacional.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma metodologia moderna, hibrida, em que são utilizados os conceitos mais atuais em gestão de paradas/projetos e que tem trazido enorme sucesso em relação à redução de prazo, de custo, de acidentes, aumento da previsibilidade e redução das incertezas e melhora geral no clima organizacional.

Público alvo

  • Engenheiros e técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de gerenciamento de paradas, Gerenciamento de projetos e de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção.

Ementa

1. Apresentação
    1.1. Troca de informações e expectativas.
2. Contextualização
    2.1. Pré-Parada, Parada, Portfólio de Paradas, Programas.
    2.2. Abastecimento do mercado/Sazonalidade do consumo.
    2.3. Capacidade do Planejamento, Gerenciamento e execução das paradas.
    2.4. Capacidade de recursos de mão de obra e equipamentos no mercado.
    2.5. Condições climáticas.
    2.6. Limites operacionais, técnicos e legais.
    2.7. Unidades interdependentes e unidades que não podem parar simultaneamente.
    2.8. Recursos financeiros.
    2.9. Integração.
3. Gestão do Conhecimento/Aprendizado
    3.1. Sistema Simples e Complexo.
    3.2. Modelo Mental.
    3.3. Modelo Comportamental.
    3.4. Retenção do Conhecimento.
    3.5. Atitudes Gerenciais.
    3.6. Exemplos.
4. Introdução às Metodologias de Gerenciamento
    4.1. FEP - Front-End Planning /FEL - Front-End Loading.
    4.2. Petrobras – Diagrama de Fases.
    4.3. Guia PMBOK do PMI.
    4.4. PRINCE 2.
5. Partes Interessadas
6. Gerenciamento de Escopo
    6.1. Caracterização.
    6.2. Processos.
    6.3. Correntes do pensamento.
    6.4. Critérios mandatórios para definição do escopo de rotina ou parada.
    6.5. Congelamento e Descongelamento.
    6.6. A doença “Já que”.
    6.7. Tratamento Holístico do Escopo.
    6.8. Tratamento das Incertezas em relação ao escopo.
    6.9. Montagem da Lista de Serviços.
    6.10. Escopo de Serviços de Prè-parada.
    6.11. Exemplos.
7. Gerenciamento de Tempo
    7.1. Método do Caminho Crítico.
    7.2. Método PERT.
    7.3. Método Simulações de Monte Carlo.
    7.4. Método da Corrente Crítica.
    7.5. As Doenças do Planejamento.
    7.6. Programas e ferramentas.
8. Gerenciamento de Custo
    8.1. Classificação dos Custos.
    8.2. Estimativa de Top-Down e Bottom-up.
    8.3. Monitoramento e Controle.
    8.4. Reserva Gerencial e de Contingência.
    8.5. Exemplos de Curvas de Acompanhamento.
9. Gerenciamento de Riscos
    9.1. Caracterização.
    9.2. Metodologias.
        9.2.1. Planilha.
        9.2.2. Simulações de Monte Carlo.
10. Gerenciamento de Recursos
    10.1. Organização na fase de Campanha.
    10.2. Organização na fase de Planejamento.
        10.2.1. Estrutura organizacional.
            10.2.1.1. PMO.
            10.2.1.2. Estrutura Matricial.
            10.2.1.3. Estrutura Projetizada.
    10.3. Organização na fase de Parada.
        10.3.1. Estrutura organizacional.
11. Gerenciamento de SMS
    11.1. Plano de Gerenciamento de Riscos - Acidentes.
    11.2. Plano de Gerenciamento de Meio Ambiente.
    11.3. Plano de Gerenciamento da Saúde.
12. Infraestrutura e Logística
    12.1. Transporte.
    12.2. Salas de apoio.
    12.3. Informática.
    12.4. Telecomunicação.
    12.5. Sistema de Comunicação.
    12.6. Alimentação.
    12.7. Ambulatório.
13. Aquisições
    13.1. Plano de Contratação.
    13.2. Tipos de Contratos.
        13.2.1. Preço Global.
        13.2.2. Preço Unitário.
        13.2.3. Hh.
        13.2.4. Por Desempenho.
    13.3. Compra de Materiais e Equipamentos.
14. Gerenciamento da Qualidade
    14.1. Confiabilidade.
    14.2. Taxa de Corrosão, erosão.
    14.3. Critérios de Monitoramento e Aceitação.
15. NR-10 – Norma Regulamentadora 10
    15.1. Texto da Norma.
    15.2. Instalação “Provisória”.
    15.3. Instalação Definitiva.
    15.4. Exemplos.
16. Monitoramento e Controle
    16.1. Reunião ordinária.
    16.2.Reunião Antecipativa.
    16.3. Curva S.
17. Relatório da Parada

Por que Participar & objetivos

• Entender como modelagem de confiabilidade de sistemas pode auxiliar na sua tomada de decisões na gestão de ativos físicos

• Compreender os impactos das suas escolhas nos indicadores de custo do seu departamento e da empresa

• São apresentados exemplos resolvidos manualmente ou empregando-se a planilha Excel ou software de apoio específico para modelagem de confiabilidade de sistemas

• Compreender os limites de capacidade de produção de seus ativos, bem como o nível de risco a ele associado

• Mostrar de forma clara como os resultados de uma análise de confiabilidade agregarão valor ao negócio

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam nas áreas de manutenção, produção, planejamento, segurança e demais profissionais que atuam em áreas relacionadas com análise de confiabilidade e risco

• Professores e alunos que desenvolvem atividades de ensino e pesquisa associadas com a área de análise de confiabilidade e risco

• Profissionais das áreas de gestão econômica de ativos, suprimentos, planejamento e de outras áreas afins que necessitam de realizar previsões

 

Ementa

1. Detalhamento do problema de sobressalentes

1.1. Materiais em estoques (consumíveis, sobressalentes, etc.)

1.2. Conceito de sobressalentes, quantidade, risco e custo

1.3. Visita às normas PAS-55 e ISSO 55.000 em relação a sobressalentes e estoques

1.4. Exemplo numérico de nível de estoques, risco de falta de peças e custo de capital de um único sobressalente

1.5. O problema de previsão de demanda de milhares de sobressalentes

1.6. Uma visão geral das metodologias mostradas no curso e suas aplicações

2. Métodos para redução de estoques de materiais

2.1. Seleção de variáveis críticas na gestão de estoques (risco, lead-time, consumo, etc.)

2.2. Elaboração de escala de ponderação

2.3. Construção de matriz de criticidade

2.4. O método AHP para seleção de itens críticos

2.5. Exemplos diversos

3. Análise de fluxo de caixa de custos de unidades em estoques:

3.1. Os diferentes componentes de custos de unidades em estoques

3.1.1. O conceito de valor do dinheiro no tempo, taxa de juro e inflação de custos em estoques

3.1.2. Média ponderada do custo de oportunidade do capital (WACC)

3.1.3. O custo direto e indireto de itens em estoques ao longo do tempo (capital imobilizado)

3.2. Os principais indicadores do fluxo de caixa de custos em manutenção:

3.2.1. Valor presente líquido (VPL)

3.2.2. Valor futuro líquido (VFL)

3.2.3. Taxa interna de retorno (TIR)

3.2.4. Taxa interna de retorno modificada (MIRR)

3.2.5. Período de recuperação do investimento (payback)

3.3. Exemplos diversos

4. Modelos probabilísticos simples para a previsão de estoques

4.1. Modelo determinístico clássico de lote econômico

4.2. Modelo de previsão empregando-se a distribuição de Poisson

4.3. Modelo de previsão empregando-se a distribuição binomial

4.4. Modelos de previsão empregando-se simulação de Monte Carlo

4.5. Exemplos diversos

5. Modelos para previsão de demanda de peças com base em séries temporais (dados históricos)

5.1. Características de uma série de dados

5.2. Previsão por alisamento exponencial simples

5.3. Previsão pelo método de Croston

5.4. Previsão pela aproximação de Syntetos – Boylan

5.5. Previsão por média móvel

5.6. Previsão por média móvel ponderada

5.7. Previsão por modelo de Winter (aditivo e multiplicativo)

5.8. Previsão por modelos de Box-Jenkins (ARMA, ARIMA, etc.)

5.9. Exemplos diversos

6. Solução de mais exemplos empregando-se os softwares Excel, ModelRisk e Isograph AWB e discussão de problemas sugeridos pelos participantes

6.1. Modelagem de vida de componentes

6.2. Modelagem de duração de manutenções (corretiva, preventiva, inspeções)

6.3. Modelagem de tempo até a falha de sistemas por simulação de Monte Carlo

6.4. Exemplos diversos

7. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: ModelRisk, Crystal Ball ou @Risk

Análise de risco em processo, engenharia e áreas afins

Por que participar & objetivos

• Conhecer as técnicas para análise de riscos operacionais

• Compreender como empregar os resultados de uma análise de riscos na tomada de decisões

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de segurança

• Profissionais da área de processos

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à segurança

• Demais profissionais interessados em temas associados à segurança

 

Ementa

1. Introdução a conceitos de gerenciamento de riscos

1.1. Segurança do Trabalho x Segurança de Processo

1.2. Incidente x Acidente

1.3. Perigo, Evento, Causa, Consequência e Cenário

1.4. Frequência e Severidade

1.5. Risco e Matriz de Risco

2. Acidentes:

2.1. Notas Iniciais

2.2.Exemplos e Exercícios

3. Principais Técnicas de Análise e Gerenciamento de Riscos:

3.1. What if (E se?)

3.2. HAZOP (Hazard and Operability Studies)

3.3. APP (Análise Preliminar de Perigos)

3.4. EAR (Estudo de Análise de Riscos)

3.5. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)

3.6. PAE (Plano de Ação de Emergência)

4. Metodologias de APP e HAZOP e suas aplicações

4.1. Observações Gerais

4.2. APP

4.2.1. Vantagens

4.2.2. Descrição da Metodologia

4.2.3. Planilha e Exemplo

4.2.4. Passos para realização

4.2.5. Estimativa de tempo

4.2.6. Exercício

4.3. HAZOP

4.3.1. Vantagens

4.3.2. Descrição da Metodologia

4.3.3. Planilha e Exemplo

4.3.4. Passos para realização (Nó, Intenção e Desvios)

4.3.5. Estimativa de tempo

5. Cultura para Sucesso do HAZOP e APP

5.1. Premissas para Análise e Gerenciamento de Riscos

5.2. Cultura da Análise e Gerenciamento de Riscos

6. Conceitos para a Gestão da Reunião

6.1. Princípios para Gestão da Reunião

6.1.1. Definição do Escopo

6.1.2. Visita de Campo

6.1.3. Bate papo com participantes

6.1.4. Documentação

6.1.5. Escolha da Equipe

6.1.6. Gerenciamento da Equipe

6.1.7. Escolha do Local

6.2. Relatório Final

7. Sessão de HAZOP

7.1. Criação de Equipes e Nomeação dos Líderes e Secretários de HAZOP

7.2. Brainstorm para a Construção de Sistema de Análise

7.3. Execução do HAZOP pelas equipes

7.4. Monitoramento e Orientações de Melhoria

7.5. Avaliação do Exercício e Levantamento de Dificuldades

8. Estudo de Caso com Auxílio do Software HAZOP+ 2013

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench e Isograph Hazop

Por que participar & objetivos

• Conhecer as ferramentas para se fazer otimização em seis sigma de forma intuitiva e simples por meio de simulação de Monte Carlo

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• O software utilizado possui uma interface amigável e muito prático

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de qualidade

• Profissionais da área de engenharia

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com análise de variabilidade

• Demais profissionais interessados em seis sigma e temas associados

 

Ementa

1. Conceitos e exemplos de análise de risco e otimização estocástica:

1.1. Uma visão geral da complexidade dos problemas em ambiente de incerteza

1.2. Algumas características importantes de uma análise de risco em seis sigma

1.3. Otimização determinística e estocástica: O que é? Quais as diferenças? Quando devem ser empregadas?

1.4. Uma visão geral de modelos matemáticos, simulação, otimização e exemplos

1.5. Exemplo 1: Modelo para a simulação do percentual de defeitos de uma peça composta por 4 unidades

1.6. O que é simulação de Monte Carlo? Como ela pode ser feita em planilhas excel? Como interpretar os resultados?

1.7. Exemplo 2: Modelo para análise de risco de tempo para completar um processo produtivo

1.8. Exemplo 3: Simulação de um plano de teste para avaliar a durabilidade de amortecedores

1.9. Exemplo 4: Modelo para análise de risco de um plano de amostragem

1.10. Exemplo 5: Modelo para análise de risco da oferta de um novo emprego de engenheiro de qualidade (Black-Belt)

1.11. Exemplo 6: Modelo para otimização do nível ótimo de capacitores a serem comprados

1.12. Exemplo 7: Modelo para escolher a melhor distribuição de probabilidade para cada variável incerta e estimativa de risco

1.13. Exemplo 8: Modelo para estimativa de risco de investimentos em dois projetos de seis sigma

1.14. Exemplo 9: Modelo para análise de correlações entre várias variáveis em problemas de Seis Sigma

1.15. Exemplo 10: Modelo para análise de sensibilidade da confiabilidade de uma mola helicoidal e interpretação de resultados

1.16. Exemplo 12: Modelo para a previsão de média e risco na demanda de gás natural de uma pequena cidade

2. Os conceitos fundamentais de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

2.1. O que é qualidade para produtores e consumidores?

2.2. Exemplo 13: Conceito de seis sigma e importância econômica desta abordagem

2.3. As fases de um programa de seis sigma (DMAIC) e como simulação de Monte Carlo gera economia

2.4. Exemplo 14: O conceito de DFSS, aplicação e benefícios

2.5. Os indicadores de capabilidade de processos:

2.5.1. Cp, Cpk

2.5.2. Pp, Ppk

2.5.3. Outros

2.6. Exemplo 15: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque simulação é tão importante

2.7. Exemplo 16: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque devemos usar simulação 

2.8. Alguns casos de sucesso de uso de simulação na melhoria de qualidade

3. Análise de casos complexos nas áreas de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing: 

3.1. Modelo para avaliação de melhorias de produtividade em processo de empréstimos de um banco

3.2. Modelo para seleção de projetos para estudos de seis sigma em ambiente de incertezas

3.3. Modelo para análise de melhorias envolvendo o design de uma bomba que é parte de um sistema de envasamento

3.4. Modelo para simulação da previsão de variabilidade a partir de design de experimentos (DOE)

3.5. Modelo para análise de tolerância de componentes para atender especificação de produto e minimizar custo

3.6. Modelo para análise da presença de “hidden factory” por meio de lean e seis sigma

3.7. Modelo para análise da melhor especificação na fase de projeto de um pistão

3.8. Modelo para simulação de Value Stream Analysis de uma fábrica de geradores elétricos

4. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Por que participar & objetivos

• Mostrar como usar o método de Árvore de Falhas para avaliação de risco de sistemas com foco em segurança, consequências de falhas de sistemas em termos de custos, perdas, danos, etc.

• Mostrar que os métodos de Árvore de Falhas e Árvore de Eventos podem ser usados para análise de riscos em diferentes indústrias (RC NUREG–0492, NASA, SAE ARP4761 MIL–HDBK–338, IEC standard IEC 61025 e EN 61025)

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias para análise de risco de forma quantitativa, identificação de caminhos indesejáveis (cut-sets), etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos, juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

  

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de segurança de sistemas (safety systems)

• Profissionais da área de engenharia de confiabilidade

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com análise de riscos operacionais

• Demais profissionais interessados em análise quantitativa de riscos operacionais

 

Ementa

1. O conceito de análise de risco de sistemas

2. Introdução à análise de sistemas por meio de Árvore de Falhas e de Eventos

2.1. Conceitos sobre análise de sistemas

2.2. Análise de sistemas: indução x dedução

2.3. Introdução sobre Análise de Árvore de Falhas (FTA)

2.4. Introdução sobre Análise de Árvore de Eventos (ETA)

2.5. Exemplos diversos

3. As diversas normas (ISO, IEC, ABNT, etc.) sobre análise de riscos de sistemas

4. Os Tipos de Eventos e Portas Lógicas para Árvore de Falhas 

4.1. Introdução sobre eventos e portas

4.2. Eventos primários

4.3. Portas lógicas

4.4. Símbolos de transferência

4.5. Exemplos diversos

5. Fundamentos sobre a construção de Árvores de Falhas e conjuntos de corte

5.1. Componentes de uma Árvore de Falhas

5.2. Efeito, modo e mecanismo de falha

5.3. Regras para a construção de Árvores de Falhas

5.4. Conjuntos de corte – Cut Sets

5.5. Conceitos básicos sobre álgebra booleana

5.6. Exemplos diversos

6. Conceitos de probabilidade utilizados na Análise de Árvore de Falhas

6.1. Conceitos de probabilidade

6.2. Introdução sobre probabilidade de ocorrência de um evento associado a uma porta lógica

6.3. Combinação e permutação

6.4. Exemplos diversos

7. Modelagem da falha e do reparo para os eventos primários de uma Árvore de Falhas

7.1. Probabilidade de ocorrência de um evento

7.2. Componentes com taxa de falha constante

7.3. Falhas dormentes

7.4. Configuração standby

7.5. Modelo de “Time at risk”

7.6. Modelo binomial para grupos de componentes idênticos em configuração K-de-N

7.7. Modelo de Poisson para análise do número limitado de peças de reposição

7.8. Distribuição Weibull

7.9. Distribuição lognormal

7.10. Disponibilidade em diferentes fases de operação

7.11. Taxa de falha em diferentes fases de operação

7.12. Evento iniciador de uma Árvore de Eventos

7.13. Exemplos diversos

8. Análise quantitativa da Árvore de Falhas

8.1. Análise quantitativa

8.2. Cálculo da indisponibilidade e frequência de um Cut set

8.3. Cálculo da indisponibilidade de um sistema

8.4. Cálculo da frequência de ocorrência de um sistema

8.5. Outras medidas de desempenho

8.6. Exemplos diversos

9. Analise de falha de causa comum (Common Cause Failure)

9.1. Falha de causa comum

9.2. Modelos de falha de causa comum

9.3. Beta Factor

9.4. Multiple Greek Letter (MGL)

9.5. Alpha Factor

9.6. Beta Binomial Failure Rate (BFR)

9.7. Exemplos diversos

10. Medidas de importância, avaliação da incerteza e análise de sensibilidade

10.1. Medidas de importância

10.2. Fussell-Vesely

10.3. Birnbaum

10.4. Barlow-Proschan

10.5. Risk Reduction Worth

10.6. Risk Achievement Worth Importance

10.7. Incerteza e simulação de Monte Carlo

10.8. Análise de sensibilidade

10.9. Exemplos diversos

11. Aplicações de cadeias de Markov em avaliação de riscos

11.1. Introdução sobre Cadeia de Markov

11.2. Cadeia de Markov discreta

11.3. Cadeia de Markov contínua

11.4. Cadeia de Markov com fases contínuas e discretas

11.5. Modelagem de sistemas com estoque de peças de reposição

11.6. Exemplos diversos

12. Análise por Árvores de Eventos (ETA)

12.1. Conceitos sobre Árvore de Eventos

12.2. Relação entre Árvore de Eventos e Árvore de Falhas

12.3. Risco de uma consequência

12.4. Exemplos diversos

13. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como realizar análise de causa raiz

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta conceitos fundamentais para realizar diferentes estudos econômicos como análise de risco de projetos, análise de portfólios, análise de projetos de melhorias, etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Docentes e discentes interessados na área

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Elaboração e análise de fluxo de caixa de projetos

2. Equivalência financeira

3. Risco em tempo, custo e retorno de projetos de CAPEX

4. Fontes de financiamentos de projetos e custos de financiamentos

5. Os componentes de fluxo de caixa de projetos

    5.1. A demanda de um produto com e sem competidores

    5.2. O custo de produção em diferentes mercados

    5.3. O custo de oportunidade do capital (custo do dinheiro)

    5.4. A tributação e seus impactos nos indicadores de projetos

6. Avaliação de risco de VPL, TIR, etc. em projetos por simulação de Monte Carlo

7. Análise de portfólio de projetos de investimentos

8. Análise de projetos de melhorias operacionais em sistemas de produção

9. Introdução à análise de opções reais em projetos (expansão, postergação, abandono, etc.)

10. Análise de projetos de fusão e aquisição de negócios

11. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc.) e de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc.)

12. Os principais covenants usados para gestão de riscos financeiros

13. Discussão de problemas dos participantes

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas, metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Riscos de Plantas Industriais relacionadas à Manutenção, SMS e Projetos, considerando-se para avaliação dos riscos, tanto o ciclo de vida do projeto e como o ciclo de vida do ativo.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma visão sistêmica e abrangente das metodologias/ferramentas hoje existentes no mercado na área de gestão de riscos, como os conceitos do Guia PMBOK, ABNT NBR ISO 31000:2009, Framework do governo de Vitória/Austrália, estudo de vulnerabilidade, ferramentas dedicadas de confiabilidade, como RCA, FTA, HAZOP, etc., confiabilidade humana e planilhas dedicadas em conjunto com a discussão de uma metodologia de avaliação que leva em consideração não só os riscos internos ao ciclo de vida do projeto, mas também a todo o ciclo de vida do ativo. Isto contribui significadamente para a sustentabilidade empresarial.

Público alvo

  • Engenheiros e Técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de SMS, de Projetos, de Paradas, de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção/projetos/SMS.

Ementa

1. Apresentação

    1.1. Troca de informações e expectativas.

2. Introdução ao Gerenciamento de Riscos

    2.1. Definições.

    2.2. Norma ABNT NBR ISO 31000:2009.

    2.3. Norma ABNT NBR ISO 55001:2014.

    2.4. Resultados e Sustentabilidade.

    2.5. Incertezas, Riscos e Problemas.

    2.6. Probabilidade x Severidade x Consequência.

    2.7. Caracterização de Riscos.

    2.8. Percepção da Realidade e Percepção de Perigos/Riscos.

    2.9. Teoria do Controle/Pirâmide da absorção do Conhecimento.

    2.10. Riscos nas organizações.

3. Identificação de Perigos e Riscos

    3.1. Dados e Informações.

    3.2. Metodologias.

        3.2.1. Norma ABNT NBR ISO 31000:2009.

        3.2.2. Framework do governo de Vitória - Austrália.

        3.2.3. Guia PMBOK.

        3.2.4. CENIPA.

        3.2.5. Norma Regulamentadora NR-10.

    3.3. Identificação de Perigo.

        3.3.1. Análise Preliminar de Perigo.

        3.3.2. HAZID - Hazard Identification Studies.

4. Análise de Riscos

    4.1. Análise Qualitativa de Riscos.

        4.1.1. Análise Preliminar de Riscos / Serviços.

        4.1.2. Planilha Dedicada.

        4.1.3. Análise de Segurança das Tarefas.

        4.1.4. RCA - Árvore da Causa Raiz.

        4.1.5. HAZOP - Estudo dos Perigos e Operabilidade.

        4.1.6. NR-09, NR-10.

        4.1.7. Norma ABNT NBR ISO 14000.

        4.1.8. Matriz SWOT.

        4.1.9. Check list.

    4.2. Análise Quantitativa de Riscos.

       4.2.1. FTA - Análise da Árvore de Falhas.

        4.2.2. ETA - Análise da Árvore de Eventos.

        4.2.3. RCM - Manutenção Centrada na Confiabilidade.

        4.2.4. FME/FMECA - Análise do Modo e Efeito da Falha.

        4.2.5. RBI - Inspeção Baseada no Risco.

        4.2.6. LOPA - Camadas de Proteção.

        4.2.7. SIL - Sistemas Instrumentados de Segurança.

        4.2.8. Vulnerabilidade.

        4.2.9. Confiabilidade Humana.

4.2.10. Simulação de Monte Carlo.

5. Avaliação de Riscos

    5.1. Tomada de Decisão.

        5.1.1. Aceitabilidade/Tolerabilidade.

        5.1.2. ALARP.

        5.1.3. Matriz de Risco.

        5.1.4. Critérios de Aceitabilidade.

        5.1.5. Tratamento dos Riscos.

6. Programação dos Serviços baseadas no Riscos

    6.1. Matriz SAP.

    6.2. Matriz proprietária.

    6.3. Back-log.

7. Controle de Energias Perigosas

    7.1. Elétrica, Mecânica, Térmica, Hidráulica, Pneumática, Química, Nuclear.

8. Plano de Respostas aos Riscos

    8.1. Plano de Emergência.

    8.2. Plano de Respostas as Riscos do Projeto.

    8.3. Planos de Manutenção.

    8.4. Matriz de Responsabilidade.

9. Monitoramento, Controle e Análise Crítica

    9.1. Medição dos Resultados.

    9.2. Análise do Desempenho.

    9.3.Controle dos Desvios.

    9.5. Controle das Mudanças/Gestão de Mudanças.

    9.6. Análise Crítica do Plano de Resposta aos Riscos.

10. Gerenciamento de Riscos

Análise de risco em finanças, economia e áreas afins

Por que participar & objetivos

• Conhecer metodologias para avaliação econômica de projetos, quantificação do risco de cada alternativa e os benefícios na tomada de decisões

• Mostrar a metodologia para seleção de alternativas envolvendo diversos critérios

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias de forma prática para realizar estudos de análise de riscos

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

 

Áreas de interesse/público-alvo

 

• Profissionais de (1) análise de projetos, (2) gestão econômica, (3) planejamento estratégico, (4) finanças, etc.

• Profissionais da área de gestão econômica e gerentes de empresas

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com previsões e planejamento

• Demais profissionais interessados em análise de risco com simulação de Monte Carlo

 

Ementa

1. O conceito de fluxo de caixa de projetos, desafios de construção e riscos envolvidos

2. Estatística, probabilidade e simulação de Monte Carlo

3. Equivalência financeira, inflação e fluxos de caixa

4. O conceito de risco em tempo, custo e retorno de projetos de CAPEX

5. Fontes de financiamentos de projetos e custo de oportunidade de capital

6. Métodos para previsão e avaliação de risco dos componentes de fluxos de caixa de projetos:

6.1. A demanda de um produto com e sem competidores

6.2. A dinâmica do custo de produção

6.3. O custo de oportunidade do capital (custo do dinheiro)

6.4. A tributação e seus impactos nos indicadores de projetos

6.5. Outros

7. Estudo de casos de avaliação de risco de VPL, TIR, etc. em projetos por simulação de Monte Carlo

8. Análise de risco e retorno de portfólio de projetos (investimentos, melhorias operacionais em sistemas de produção, etc.)

9. Introdução à análise de opções reais em projetos (expansão, postergação, abandono, etc.)

10. Análise de risco e retorno de projetos de fusão e aquisição de negócios

11. Tomada de decisão envolvendo critérios múltiplos em condições de certeza e incerteza:

11.1. Técnica de Priorização Multiobjetivos (SMART)

11.2. Método de Hierarquia Analítica (AHP)

11.3. Conceito de utilidade, valor esperado e atitudes de risco

11.4. O método PROMETHEE

12. Análise de indicadores financeiros e sua dependência com tomada de decisão em ativos:

12.1. Conceito dos principais tipos de demonstrações financeiras

12.2. Indicadores de operação (Custo capacidade, turnover de estoques, recebíveis, alavancagem, etc.)

12.3. Indicadores de liquidez e solvência (Cobertura de juros, liquidez corrente, Covenants, etc.)

12.4. Indicadores de rentabilidade (EBITDA, ROA, ROE, RONA, etc.)

12.5. Novos conceitos: EVA (Economic Value Added), CFROI (Cash Flow Return Over Investment) e CVA (Cash Value Added)

13. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: ModelRisk e Isograph Availability Workbench

Por que participar & objetivos

• Conhecer a flexibilidade da simulação de Monte Carlo para avaliar risco e retorno de diferentes estratégias financeiras

• Compreender a modelagem de estratégias financeiras complexas por meio de métodos numéricos simples (planilhas excel)

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• O software utilizado possui uma interface amigável e muito prático

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área financeira

• Profissionais da área de gestão de risco de empresas

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados a estratégias financeiras

• Demais profissionais interessados em temas associados a estratégias financeiras

 

Ementa

1. Comportamento do decisor: aversão, propensão e neutralidade em relação ao risco

2. Conceitos e aplicações corporativas de derivativos

3. Estratégias com contratos futuros e a termo

4. Estratégias com opções diversas

5. Estratégias com swaps

6. Estratégias com combinações de derivativos

7. Estatística, probabilidade e simulação de Monte Carlo:

7.1. Estatísticas importantes (média aritmética, média geométrica, desvio padrão, amplitude, coeficiente de variação, assimetria e curtose)

7.2. Distribuições de probabilidades e a interpretação aplicada ao mercado financeiro

7.3. Distribuições para estimativa de intervalos de confiança das previsões (Normal, lognormal, Student e F)

7.4. Números aleatórios, simulação de Monte Carlo, redundância de variância e quase-números aleatórios

8. Dependência entre variáveis: regressão, correlação e copulas por meio de exemplos

9. Previsão por processos estocásticos como Movimento Geométrico Browniano, Movimento de Reversão à Média e Modelos combinados

10. Otimização determinística e estocástica em alocação de recursos em portfólios

11. Análise de diversos problemas semelhantes aos reais que ocorrem nas empresas:

11.1. Avaliação de risco e retorno de um investimento em carteira composta por ações de diversas empresas

11.2. Avaliação da eficiência de mercado a partir de uma série de dados históricos de preços de ações

11.3. Avaliação de risco e otimização em alternativas de alocação do capital de um fundo de pensão em diversas alternativas

11.4. Análise de risco de um portfólio de crédito segundo as normas do acordo da Basiléia II

11.5. Alocação ótima de frações de investimento entre diferentes ativos financeiros (ações, opções, câmbio, etc.)

11.6. Modelo para estimar duration e imunization em investimentos envolvendo taxas de juros

11.7. Modelo para simular o valor do prêmio de opções financeiras tipo Europeias, Americanas e outras

11.8. Modelo para simulação da média e risco da taxa de retorno de investimento em estratégias de hedge envolvendo opções financeiras tipo exóticas

11.9. Modelo para quantificação de Value-at-Risk (VAR) de portfólios de ativos financeiros

11.10. Modelo para estimativa de Value-at-Risk (VAR) e Conditional Value-at-Risk (C-VAR) de portfólio de projetos de investimento em ouro e ferro

11.11. Modelo para previsão de preços de ativos (ações, de câmbio, etc.) usando-se diferentes modelos de reversão à média, choques, aleatoriedade, etc.

11.12. Modelagem de taxa de retorno de estratégias de investimento envolvendo contratos futuros de taxa de câmbio usando-se diferentes modelos estocásticos

11.13. Modelo para elaboração de estratégias de hedge de uma mineradora empregando-se derivativos de preço e taxas de câmbio

11.14. Avaliação do retorno e risco de uma estratégia usada por uma empresa envolvendo Swaps em taxas de câmbio

11.15. Modelo para análise de risco de um portfólio de crédito gerenciado por um banco de varejo

11.16. Modelo para análise de exposição ao risco atuarial de instituições financeiras que atuam no segmento de seguros de veículos

11.17. Modelo para previsão de dinâmica de caixa de fundos de aposentadoria de uma grande empresa de geração de energia elétrica

11.18. Modelo para simulação da fronteira eficiente de Markowitz de uma carteira de investimentos em ativos financeiros

11.19. Modelo para simulação de risco de necessidades financeiras (default) de empresas de acordo critérios das agências de classificação de risco (S&P, Moodys, etc.)

12. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Por que participar & objetivos

• Compreender porque o VPL tradicional nem sempre avalia corretamente as oportunidades de investimento

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de análise econômica de projetos

• Profissionais da área de gestão de planejamento e risco de empresas

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à análise de valor de opções gerenciais

• Demais profissionais interessados em temas associados com flexibilidades gerenciais

 

Ementa

1. Erros comuns na análise de investimentos com a teoria do VPL:

1.1. Limitações do VPL na valoração de projetos com opção de abandono

1.2. Limitações do VPL na decisão do momento de investir

1.3. Incerteza, irreversibilidade, aversão ao risco e decisão gerencial (opção real)

1.4. Análise comparativa entre simulação de Monte Carlo, Árvore de decisão e opções reais

1.5. Erros associados com o timing dos fluxos de caixa, inserção de inflação e taxa de desconto

2. Introdução à teoria das opções reais:

2.1. Conceito de opções financeiras (call, put, etc.)

2.2. Análise do resultado (payoff) de estratégias com opções financeiras

2.3. Métodos para previsão de preço do ativo subjacente (reserva, preços de commodities, taxa de juro, etc.)

2.4. O modelo Black-Scholes para valoração de opções financeiras e reais

2.5. O modelo de Cox-Ross-Rubinstein para valoração de opções financeiras e reais

2.6. O modelo de simulação de Monte Carlo para análise de opções financeiras e reais

3. Análise do valor das opções reais operacionais (projetos, processos, etc.):

3.1. As principais opções reais em projetos

3.2. Modelos para modelagem do ativo subjacente (projeto, custo, etc.)

3.3. Análise da opção do momento de investir (timing) em projetos

3.4. Análise da opção de abandono em projetos

3.5. Análise da opção de contração em projetos, plantas, etc.

3.6. Análise da opção de expansão em projetos

3.7. Análise da opção de decapeamento de uma mina

4. A prática da análise de opções reais em projetos:

4.1. As quatro etapas para a análise de opções reais

4.2. O problema da estimativa dos parâmetros do modelo de análise das opções reais

4.3. Métodos para estimar o valor do ativo subjacente (projeto, reserva, etc.)

4.4. Métodos para estimar o valor do preço de exercício (investimento, custo de substituição, valor de reforma, etc.)

4.5. Método para estimar a volatilidade futura do ativo subjacente

4.6. Métodos para estimar a taxa de juro livre de risco

4.7. Métodos para estimar a taxa de dividendos dos ativos subjacentes (projetos, etc.)

4.8. Métodos para estimar a maturidade para exercícios das opções reais

5. Análise de opções reais complexas em mineração:

5.1. Análise das opções compostas em projetos

5.2. Análise das opções de conversão em plantas minerais

5.3. Análise das opções de aprendizado em pesquisa mineral

5.4. Análise da opção de investir na expansão de uma mina

5.5. Análise da opção de substituição de tecnologia de transporte numa mina

6. Um novo modelo decisório com base nas opções reais:

6.1. A regra para decidir em ambiente sem incerteza

6.2. A regra para decidir com incerteza no preço

6.3. A regra para decidir com incerteza no investimento

6.4. A regra para decidir com incerteza na taxa de juros

6.5. A regra decisória e a escolha de flexibilidade

6.6. Avaliação da probabilidade de sucesso do exercício de opções reais (simulação de Monte Carlo)

7.Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Por que participar & objetivos

• Mostrar a facilidade e flexibilidade da simulação de Monte Carlo para avaliação de riscos em problemas de previsão e planejamento de empresas

• Mostrar os benefícios de conhecer o risco e como isso causa impacto na tomada de decisões

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias de forma prática para realizar estudos de análise de riscos

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e é muito prático

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais de (1) análise de projetos, (2) gestão econômica, (3) planejamento estratégico, (4) finanças, etc.

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com previsões e planejamento

• Demais profissionais interessados e de áreas afins como previsões, planejamento e análise de risco com simulação de Monte Carlo

 

Ementa

1. Exemplo de problemas típicos em planejamento de empresas

2. Como construir uma distribuição de probabilidade na prática para representar a incerteza

3. As distribuições mais comuns em avaliação de riscos (normal, lognormal, Pert, etc.)

4. Simulação de Monte Carlo e como interpretar os resultados na forma de estatísticas

5. Como selecionar as distribuições de probabilidade para um conjunto de dados históricos

6. Métodos para incorporar a dependência entre as variáveis (correlação, regressão, IF, PROC, etc.)

7. Métodos de estimativa de risco com previsão de variáveis no curto prazo e longo prazo

8. Variabilidade, risco e otimização para a tomada de decisão

9. Os conceitos fundamentais de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

9.1. O que é qualidade para produtores e consumidores?

9.2. Exemplo: O que é seis sigma e porque esta abordagem de seis sigma é tão importante?

9.3. As fases de um programa de seis sigma (DMAIC) e como simulação de Monte Carlo gera economia

9.4. Exemplo: O que é DFSS e porque esta abordagem de seis sigma é tão importante?

9.5. Os indicadores de capacidade e performance de processos (Cp, Cpk, Pp, Ppk, Outros) aplicados

9.6. Exemplo: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque simulação é tão importante

9.7. Exemplo: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque devemos usar simulação

9.8. Alguns casos de sucesso de uso de simulação na melhoria de qualidade

10. Análise de casos complexos nas áreas de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

10.1. Modelo para avaliação da melhora na qualidade do processo de empréstimos de um banco

10.2. Modelo para seleção de projetos para estudos de seis sigma

10.3. Modelo para análise de melhora na qualidade do design de uma bomba para sistema de envasamento

10.4. Modelo para simulação da previsão de variabilidade a partir de design de experimentos (DOE)

10.5. Modelo para análise de tolerância de componentes para atender especificação de produto e minimizar custo

10.6. Modelo para análise da presença de “hidden factory” por meio de lean e seis sigma

10.7. Modelo para análise da melhor especificação na fase de projeto de um pistão

10.8. Modelo para simulação de Value Stream Analysis de uma fábrica de geradores elétricos

11. Estudo de casos análogos aos que ocorrem em planejamento estratégico empresarial:

11.1. Modelo para previsão de demanda de peças de reposição de um equipamento de geração de vapor

11.2. Modelo para análise de risco e estimativa do mix ótimo de produção de uma indústria farmacêutica e a interpretação dos resultados

11.3. Modelo para análise de risco na previsão da demanda futura de cerveja de uma grande empresa do segmento de bebidas e a interpretação dos resultados

11.4. Modelo para a análise de risco na estratégia ótima para planejamento da produção de uma fábrica de brinquedos e a interpretação dos resultados

11.5. Modelo de simulação para a estimativa do nível ótimo de capacidade da planta de produção de um novo produto de uma grande empresa e a interpretação dos resultados

11.6. Modelo para a elaboração da estratégia ótima de alocação de área de uma fazenda entre diversas atividades pecuária e agrícola e a interpretação dos resultados

11.7. Modelo para delinear uma política de seleção de projetos para seis sigma para maximizar o EVA do departamento e a interpretação dos resultados

11.8. Modelo para análise de risco na previsão do fluxo de passageiros de um grande aeroporto e a interpretação dos resultados

11.9. Modelo para a estimativa do valor ótimo de dinheiro a ser deixado em caixa e a interpretação dos resultados

11.10. Modelo para análise de risco na estratégia ótima de hedge de uma empresa onde 90% das receitas são geradas por exportação e interpretação dos resultados

11.11. Modelo para estimativa dos preços críticos do metal (regras ótimas) para abrir e fechar uma mina de ouro e interpretação dos resultados

11.12. Modelo para estimativa do volume ótimo de gasolina numa rede de distribuição e interpretação dos resultados

11.13. Modelo para análise do timing de lançamento de um novo produto e interpretação dos resultados

11.14. Modelo para análise da melhor estratégia de teste de mercado para um novo produto e interpretação dos resultados

11.15. Modelo para análise de risco na estratégia de realizar venda casada de diferentes produtos e interpretação dos resultados

11.16. Modelo para análise de risco de uma empresa num mercado competitivo e interpretação dos resultados

11.17. Modelo para análise de risco no prazo para terminar um projeto e interpretação dos resultados

11.18. Modelo para análise de risco de um novo projeto de Pesquisa e Desenvolvimento e interpretação dos resultados

11.19. Modelo para análise de risco de alocação de recursos num fundo para cobrir plano de aposentadoria e interpretação dos resultados

11.20. Modelo para análise de risco do market share de equilíbrio num mercado com duas grandes empresas e interpretação dos resultados

11.21. Modelo para análise de risco na aquisição (incorporação) de uma nova empresa e interpretação dos resultados

11.22. Modelo para dimensionamento de tamanho de uma plataforma de petróleo com nível incerto de reserva

11.23. Modelo para determinar investimento ótimo em blocos objeto de exploração de óleo e gás

12. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Análise de confiabilidade, disponibilidade e áreas afins

Objetivo

• Capacitar o profissional a utilizar o software Availability Workbench de forma a possibilitar a realização de simulações de sistemas complexos e análises comparativas de diferentes cenários de operação.

 

Por que participar?

• O software Availability Workbench possui diversas funcionalidades e permite realizar diversos estudos, como:

    o Ajustar distribuições de probabilidade a dados de falha

    o Simular sistemas complexos

    o Determinar melhor política de manutenção de acordo com custo ou disponibilidade

    o Realizar análises comparativas para diferentes configurações de componentes

    o Etc.

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

• Engenheiros

• Técnicos


Ementa

1. Introdução

2. Módulo Weibull

3. Módulo RCMCost

4. Módulo AvSim

5. Módulo LCC

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia de FMEA para analisar corretamente os riscos decorrentes dos efeitos e criticidades dos modos de falha de componentes de sistemas na manutenção, processos e outros

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta todas as ferramentas necessárias para um estudo de confiabilidade por meio da metodologia de FMEA

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

• Mostra de forma clara como os resultados de análise de confiabilidade agregam valor ao seu produto

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Segurança de sistemas industriais

• Desenvolvimento de estratégias de garantia

• Elaboração de teste de homologação e validação

• Implementação de ensaios técnicos para componentes, sistemas, produtos, etc.

• Docentes e discentes interessados em engenharia da confiabilidade

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Introdução ao método modos de falha, criticalidade e seus efeitos

    1.1. Histórico, origem, quem usa

    1.2. Definição de FMEA/FMECA

    1.3. Padrões e normas publicadas

    1.4. Aplicação do FMEA no setor elétrico, mineração, petróleo, etc.

    1.5. Justificativas e benefícios de se fazer uma FMEA

    1.6. Os principais tipos de FMEA

2. Procedimento básico de análise de FMEA

    2.1. Escopo e abrangência

    2.2. Equipe para análise FMEA

    2.3. Regras básicas e as premissas adotadas

    2.4. Informações, registros e documentos importantes

    2.5. Análise funcional FMEA

        2.5.1. Funções

        2.5.2. Requisitos

        2.5.3. Modos de falhas

        2.5.4. Efeitos de falhas e causas de falhas

    2.6. Elementos de um modelo para avaliação de risco e criticidade

        2.6.1. Severidade

        2.6.2. Ocorrência

        2.6.3. Detectabilidade

        2.6.4. Outros

        2.6.5. Os principais controles detectivos e preventivos

    2.7. Os principais gráficos para interpretação FMEA

        2.7.1. Método de Pareto

        2.7.2. Método de matrizes

        2.7.3. Outros

3. Equipamentos a serem analisados

    3.1. Critérios para seleção dos equipamentos

    3.2. Fatores de criticidade

        3.2.1. Identificação de funções

        3.2.2. Identificação de falhas funcionais

    3.3. Identificação e avaliação/categorização dos efeitos da falha (diagramas lógicos)

    3.4. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    3.5. Seleção de tarefas de manutenção

        3.5.1. Perguntas de seleção de tarefas

        3.5.2. Comparação das estratégias de manutenção baseada no custo e na disponibilidade, operação até a falha, troca/reparo, serviços, inspeção para detectar a falha, Inspeção sob condição e reprojeto

    3.6. Cálculo do intervalo ótimo de manutenção com base nos resultados de FMEA

4. Avaliação do risco de falha com base em FMEA/FMECA

    4.1. Número de prioridade do risco (NPR)

    4.2. Análise de criticidade

    4.3 Gerenciamento dos controles atuais

    4.4.Gerenciamento das ações indicadas

    4.5. Tomada de decisão sob condições de risco

5. Análise de causa raiz das falhas

    5.1. Seleção dos equipamentos a serem analisados

        5.1.1. Perguntas de seleção dos equipamentos

        5.1.2. Fatores de criticidade

    5.2 Definições do conceito falha

        5.2.1. Conceito de Falha

        5.2.2. Falha funcional

        5.2.3. Falha ocasional

        5.2.4. Falha recorrente

        5.2.5. Falha crítica

        5.2.6. Falha iminente

6. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    6.1. Exemplos de equipamentos elétricos

    6.2. Exemplos em outros setores

7. Técnicas para determinar causa raiz

    7.1. Brainstorming

    7.2. Diagrama de causa e efeito (espinha de peixe)

        7.3. 5 porquês

8. Fluxograma do processo RCA envolvendo

    8.1. Falha ocasional

    8.2. Falha recorrente

    8.3. Etc.

9. Etapas básicas para determinar a causa raiz

    9.1. Determinação do sistema a se analisar

    9.2. Seleção da equipe de análise

    9.3. Definição das metas e objetivos. Definição da falha e suas causas

    9.4. Coleta de dados sobre as falhas

    9.5. Métodos de coletas de dados

        9.5.1. Fontes de dados

        9.5.2. Tipos de dados

        9.5.3. Análise de Pareto

    9.6. Definição da árvore de causa

        9.6.1. O evento

        9.6.2. O cenário

        9.6.3. Os fatos

        9.6.4. As hipóteses

        9.6.5. As causas

        9.6.6. Raiz primária, raiz física, raiz humana, etc.

    9.7. Determinação das ações: seleção, avaliação e implementação

    9.8. Monitoração dos resultados

    9.9. Exemplos e exercícios diversos

    9.10. Lições aprendidas

    9.11. Discussão de problemas dos participantes


Software de apoio: Excel e Isograph Reliability Workbench

Por que participar & objetivos

• Conhecer as técnicas para análise de risco de falhas humanas

• Conhecer as estratégias para redução de risco de falhas humanas

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de segurança

• Profissionais da área de manutenção de sistemas reparáveis

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à segurança e falhas humanas

• Demais profissionais interessados em temas associados a falhas humana

 

Ementa

1. Princípios

2. Definições

3. Aplicações

4. Análise x Quantificação da Confiabilidade Humana

5. Aspectos sensoriais e cognitivos:

5.1. Percepção, atenção e memória

5.2. Modelos de processamento das informações

5.3. Fator de aprendizagem

5.4. Complexidade, familiaridade e cultura

5.5. Formação do modelo mental

6. Relação Homem-Máquina:

6.1. Conceitos básicos

6.2. Condições para melhorias

6.3. Ambiente do operador

6.4. Prioridade de Tarefas

6.5. Erros no processo

7. Erros da manutenção

8. Comportamento humano – individual e em grupo

9. Fatores ambientais

10. Classificação das falhas humanas

11. Análise de risco considerando as falhas humanas:

11.1. Métodos de análise e avaliação de falhas humanas

11.2. A Árvore de Eventos da THERP

11.3. HAZOP Humana

11.4. Fatores humanos na análise LOPA

11.5. Work Analysis

11.6. Análise de tarefas com poucas ou nenhuma falha 

11.7. ARTH – Análise de Riscos de Tarefas Humanas 

12. Quantificação das falhas humanas:

12.1. Definições 

12.2. Conceitos de probabilidade 

12.3. Distribuições de probabilidades típicas das falhas humanas 

12.4. Características dos modelos de quantificação das falhas humanas 

12.5. Uso das tabelas de erros humanos das técnicas de primeira geração 

12.6. A análise de sensibilidade da influência das falhas humanas 

12.7. Determinação de descritores matemáticos usando julgamento de especialistas 

12.8. Limitações dos modelos de quantificação 

12.9. A lógica das técnicas de 3ª geração – exemplo: CREAM 

12.10. Uso dos descritores por lógica fuzzy 

12.11. Possibilidades de simulação 

13. Estratégias de redução dos riscos – aumentando a confiabilidade dos sistemas sócio técnicos:

13.1. Definição de barreiras e controle 

13.2. Hierarquia de barreiras 

13.3. Avaliação das barreiras e controles 

13.4. Classificação 

13.5. Aplicações 

13.6. Soluções no projeto para redução da taxa de falha humana 

13.7. Critérios para avaliação da confiabilidade humana no projeto 

14. Discussão de problemas dos participantes

Palestras e webinars

SOBRE O WEBINAR

Neste webinar será discutido o Gerenciamento Estratégico dos Riscos, a percepção da realidade. a mudança da cultura e a apresentação de normas, metodologias e ferramentas. Será dada ênfase na discussão do  modelo reducionista, muito usado atualmente, para um modelo sistêmico e holístico em que a análise de riscos deixa de fazer parte de um processo isolado e limitado no tempo e passam a integrar à área de Gestão de Ativos da organização, com o objetivo da busca da entrega de benefícios, confiabilidade, sustentabilidade e na geração de valor para a empresa.

 

SOBRE OS PALESTRANTE

Mosquim, João Carlos (John Moschin)

Engenheiro Civil e de Equipamentos, MBA em Gerenciamento de Projetos e pós-graduação em Gestão de Pessoas, especialização em Controle da Qualidade e certificação PMP do Project Management Institute. Foi membro da Banca Examinadora do PNQ e da Comissão de Eletricidade da ABRAMAN, Avaliador/auditor em processos integrados de gestão, Normas NR-10, ISO 9001, 8800, 14001, 18001. 

Hoje é sócio-diretor da MKM CONSULTATIS, e prof. de MBA na Pragma Academy Brasil.

Autor dos livros; Gerenciamento de Paradas de Manutenção, Brasport - S.Exa., O Prazo, Qualitymark - Estórias e Brincadeiras do Tio Carlinhos, Biografia.

 

INFORMAÇÕES

Vagas: 50 vagas

Duração: 1 hora

Para mais informações envie email para: scheila.aguiar@aremas.com.br

SOBRE O WEBINAR

Neste webinar serão discutidos os tópicos:

  • Os tipos de custos dos ativos físicos
  • O conceito de custo do ciclo de vida dos ativos físicos
  • Como decidir entre substituição e reforma de grandes ativos
  • Como fazer a previsão de custo dos ativos considerando-se falha, manutenções, etc
  • Os impactos das manutenções sobre confiabilidade, disponibilidade e custo do ciclo de vida dos ativos físicos
  • O que precisa, na prática, para desenvolver um programa de custo de ciclo de vida dos ativos nas empresas
  • Os benefícios de uma política para análise do custo de ciclo de vida dos ativos físicos
  • Discussão de problemas com os participantes

 

SOBRE OS PALESTRANTE

GABRIEL ALVES DA COSTA LIMA: Diretor Técnico da AREMAS, PhD. (CREA/SP 5061919417). Diversos trabalhos de consultoria em empresas como VALE, PETROBRAS, SYNGENTA, CARIOCA-NIELSEN ENGENHARIA, FERBASA, dentre outras. Desde 2003 realiza treinamentos nas áreas de confiabilidade, risco, LCC, engenharia econômica, otimização em manutenção para empresas como ANGLO AMERICAN, CSN, VALE, METRO-SP, METRO-RJ, ITAU, DURATEX, KINROSS, dentre outras.

Coordenou 13 projetos de P&D de empresas do setor de petróleo e elétrico (AES, COMGÁS, BROOKFIELD RENEWABLE e PETROBRAS). 

Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0858718910067493

 

INFORMAÇÕES

Duração: 1 hora

Vagas: 50 vagas

Para mais informações envie email para scheila.aguiar@aremas.com.br 

 

SOBRE O WEBINAR

Neste webinar serão discutidos os tópicos:

  • Exemplos de decisões que envolvem risco (finanças, operações, projetos, seguros, etc.)
  • As diferentes causas do risco em decisões gerenciais
  • As funções de planilhas eletrônicas para análise de dados (estatística, distribuições de probabilidade, correlações, etc.)
  • Avaliação de risco por meio de simulação de Monte Carlo com o software ModelRisk
  • Como a simulação de risco agrega valor às decisões gerenciais
  • Discussão de problemas com os participantes

 

SOBRE OS PALESTRANTE

GABRIEL ALVES DA COSTA LIMA: Diretor Técnico da AREMAS, PhD. (CREA/SP 5061919417). Diversos trabalhos de consultoria em empresas como VALE, PETROBRAS, SYNGENTA, CARIOCA-NIELSEN ENGENHARIA, FERBASA, dentre outras. Desde 2003 realiza treinamentos nas áreas de confiabilidade, risco, LCC, engenharia econômica, otimização em manutenção para empresas como ANGLO AMERICAN, CSN, VALE, METRO-SP, METRO-RJ, ITAU, DURATEX, KINROSS, dentre outras.

Coordenou 13 projetos de P&D de empresas do setor de petróleo e elétrico (AES, COMGÁS, BROOKFIELD RENEWABLE e PETROBRAS). 

Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0858718910067493

 

INFORMAÇÕES

Duração: 1 hora

Vagas: 50 vagas

Para mais informações envie email para: scheila.aguiar@aremas.com.br

 

SOBRE O WEBINAR

Neste webinar serão discutidos os tópicos:

  • Uso e interpretação dos indicadores de fluxo de caixa (VPL, TIR,
    Payback) em problemas reais de empresas
  • Avaliação de risco quantitativo em problemas práticos
  • Como uma avaliação de risco contribui para aumento de assertividade
    nas decisões gerenciais
  • Exemplos de avaliação de riscos em problemas práticos de empresas
  • Conceito de tomada de decisões considerando objetivos múltiplos (compra
    de carro, estoques industriais, aquisição de equipamentos, fundos de
    investimentos, etc.)
  • Exemplo de escolha gerenciais onde há objetivos múltiplos com diversos
    métodos (AHP, SMART, PROMETHEE)
  • Exemplo de limitações do VPL na análise de projetos e uso de abordagem
    das opções reais (option pricing)
  • Discussão dos participantes

 

SOBRE OS PALESTRANTE

GABRIEL ALVES DA COSTA LIMA: Diretor Técnico da AREMAS, PhD. (CREA/SP 5061919417). Diversos trabalhos de consultoria em empresas como VALE, PETROBRAS, SYNGENTA, CARIOCA-NIELSEN ENGENHARIA, FERBASA, dentre outras. Desde 2003 realiza treinamentos nas áreas de confiabilidade, risco, LCC, engenharia econômica, otimização em manutenção para empresas como ANGLO AMERICAN, CSN, VALE, METRO-SP, METRO-RJ, ITAU, DURATEX, KINROSS, dentre outras.

Coordenou 13 projetos de P&D de empresas do setor de petróleo e elétrico (AES, COMGÁS, BROOKFIELD RENEWABLE e PETROBRAS). 

Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0858718910067493

 

INFORMAÇÕES

Duração: 1 hora

Vagas: 50 vagas

Para mais informações envie email para: scheila.aguiar@aremas.com.br

SOBRE O WEBINAR:

 Neste webinar serão discutidos os tópicos:

  • Introdução e motivação para aplicação do método RCMcost
  • Comparação entre plano de manutenção clássico e plano aplicando o método RCMcost
  • Análise das periodicidades de preventivas e inspeções
  • Análise de performance de agrupamento de atividades
  • Uso de simulação para avaliar sistemas na prática

Discussão de problemas com os participantes.

SOBRE OS PALESTRANTES:

GABRIEL ALVES DA COSTA LIMADiretor Técnico da AREMAS, PhD. (CREA/SP 5061919417). Diversos trabalhos de consultoria em empresas como VALE, PETROBRAS, SYNGENTA, CARIOCA-NIELSEN ENGENHARIA, FERBASA, dentre outras. Desde 2003 realiza treinamentos nas áreas de confiabilidade, risco, LCC, engenharia econômica, otimização em manutenção para empresas como ANGLO AMERICAN, CSN, VALE, METRO-SP, METRO-RJ, ITAU, DURATEX, KINROSS, dentre outras.

Coordenou 13 projetos de P&D de empresas do setor de petróleo e elétrico (AES, COMGÁS, BROOKFIELD RENEWABLE e PETROBRAS). 

Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0858718910067493

ALBERTO MAGNO TEODORO FILHOEngenheiro de Produção (UFSCar, 2011), mestrando em Engenharia de Produção e de Manufatura (UNICAMP). Atua na empresa Aremas desde 2010 em áreas como: engenharia de confiabilidade, análise de risco com simulação de Monte Carlo e gestão de ativos. Participou de trabalhos de consultoria e/ou ministrou treinamento para empresas como: Alcoa, Algar, Anglo American, Brookfield Energia, Carioca Engenharia, Electrolux, Metso, Sabic, Samarco, Syngenta, Tetra Pak e Vale.

Também participou de projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) para empresas como AES Tietê e Brookfield Energia. 

Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2508112487404668

 

Data: 29/06/2017

Horário: 11:30n – 12:30h (horário de Brasília)

Vagas: 50 vagas

Para mais informações, envie email para: scheila.aguiar@aremas.com.br