Treinamentos

Gestão de ativos físicos e áreas afins

Por que participar & objetivos

• Mostrar os benefícios da metodologia RCMcost em relação aos planos de manutenção tradicionais (experiência, sugestão de fabricantes, etc.)

• Demonstrar como quantificar os ganhos de um plano de manutenção por meio de simulação de Monte Carlo e permitir que os gerentes possam fazer escolhas mais eficientes

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias para um estudo econômico sobre os planos de manutenção, sendo composto por conceitos teóricos rigorosos, juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e é muito prático

• Mostrar decisões gerenciais corretas em manutenção agregam valor ao negócio

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de sistemas industriais

• Profissionais da área de manutenção de sistemas militares

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com estratégias de manutenção

• Demais profissionais interessados em estratégias de manutenção de sistemas em geral

 

Ementa

1. Risco, incerteza, decisão gerencial e manutenção

2. Roteiro para elaboração de um plano de manutenção

3. Revisão de conceitos fundamentais associados à manutenção:

3.1. Conceitos e terminologia de falhas

3.2. Estimativa de confiabilidade, mantenabilidade, taxa de falha, taxa de reparos, MTBF, MTTR a partir de conjunto de dados

3.3. Conceitos de análise de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade (RAM)

3.4. Confiabilidade e disponibilidade de sistemas em diferentes configurações (série, paralelo, stand-by, etc.)

3.5. Os tipos de tarefas de manutenção (corretiva, preventiva, inspeções)

3.6. Análise de performance de um plano de manutenção recomendado para uma bomba centrífuga

4. Métodos para identificação dos elementos (equipamentos) críticos de um sistema:

4.1. Análise de Pareto

4.2. Análise multicritério

4.3. Simulação de Monte Carlo

5. Detalhamento do método Reliability Centered Maintenance (RCM):

5.1. Motivação para desenvolvimento

5.2. Quem usou e os ganhos obtidos

5.3. As principais normas que recomendam o uso do método RCM

5.4. Os principais equívocos na implantação do método

5.5. Análise comparativa de plano de manutenção clássico versus plano pelo RCM para o caso de um sistema de bombeamento

5.6. Exemplos diversos

6. Métodos para análise de tarefas de manutenção de forma individual e combinadas:

6.1. Fluxo de caixa de custos de tarefas de manutenção

6.2. A distribuição exponencial: conceito e aplicações

6.3. A distribuição normal: conceitos e aplicações

6.4. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações

6.5. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações

6.6. Análise dos impactos de manutenção preventiva sobre a confiabilidade de equipamentos

6.7. Intervalos ótimos de manutenção preventiva para minimizar custos e maximizar disponibilidade

6.8. Análise de sensibilidade das funções confiabilidade e disponibilidade em função da frequência de inspeções

6.9. Simulação de custo e performance de planos de manutenção em nível de equipamentos

7. Elaboração de plano de manutenção com base no método RCM:

7.1. Definição de sistema, função, falha funcional, modo de falha e causa

7.2. Seleção das tarefas de manutenção a partir de FMECA

7.3. A padronização de FMEAs para acelerar o processo de execução nas empresas

7.4. Diagrama lógico para tomada de decisões

7.5. As diferentes abordagens existentes no mercado

8. Métodos para agrupamento de tarefas:

8.1. Modelo para determinar o agrupamento para minimização de custos

8.2. Modelo para determinar o agrupamento para maximizar a disponibilidade

8.3. Modelo para determinar o agrupamento para metas de confiabilidade

9. Uso de simulação para avaliação da eficácia (performance, econômica, riscos, etc.) dos planos de manutenção

10. Previsão da demanda de recursos e otimização na execução do plano de manutenção selecionado:

10.1. Análise de mão-de-obra

10.2. Análise de equipamentos, instrumentos, etc.

10.3. Análise de necessidade de estoques

10.4. Outros

11. Simulação de resultados do plano de manutenção com base na metodologia RCM

12. Análise de problemas sugeridos pelos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench

Datas Disponíveis Local Inscrição
24/05/2017 São Paulo, SP
19/07/2017 São Paulo, SP
18/10/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!

Por que participar & objetivos

• Conhecer metodologias para (1) determinar o momento ótimo para se fazer a substituição dos ativos existentes, (2) decidir entre as opções de reforma ou continuidade com ativos existentes ou aquisição de novas unidades

• Mostrar como avaliar os resultados de disponibilidade, custos, frequência de falhas, etc de sistemas em função dos planos de manutenção

• Familiarização com os benefícios de emprego de ferramentas apropriadas para determinar as políticas ótimas de manutenção dos sistemas reparáveis

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

• Compreensão sobre como fazer previsão dos indicadores de manutenção em função dos planos de manutenção implementados

• Mostrar decisões gerenciais corretas em manutenção agregam valor ao negócio

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de sistemas industriais

• Profissionais da área de planejamento de produção

• Profissionais da área de gestão de ativos físicos

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com estratégias de manutenção

• Demais profissionais interessados em áreas afins com gestão de ativos físicos

 

Ementa

1. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc.), e de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc.)

2. Indicadores de fluxo de caixa de opções de melhorias em O&M (VPL, TIR e Payback)

3. Depreciação, seus benefícios legais e decisões em manutenção

4. O momento ótimo de substituição de equipamentos para minimizar o custo de propriedade (vida econômica)

5. A decisão entre reforma de equipamentos existentes e aquisição de novos

6. Métodos para previsão de investimentos (CAPEX) em melhorias em ativos

7. Modelagem de confiabilidade e mantenabilidade em manutenção e gestão de ativos:

7.1. Desenvolvimento dos conceitos (MTTF, MTTR, taxa de falha, confiabilidade, disponibilidade, etc.) por meio de exemplos numéricos e suas aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.2. A distribuição Weibull: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.3. A distribuição normal: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.4. A distribuição exponencial: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.5. A distribuição lognormal: conceitos e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.6. Modelagem e confiabilidade com dois ou mais modos de falha e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

7.7. Modelagem de confiabilidade de modos de falha tipo degradação e aplicações em previsão de falhas, de custos, de intervalos de manutenção, etc.

8. Confiabilidade, disponibilidade e falhas de diferentes tipos de configuração de sistemas (série, paralelo, standby, etc.)

9. Métodos para previsão de falhas e custos de O&M de sistemas (MTBF, taxa de falha, confiabilidade, disponibilidade)

10. Avaliação de custo de ciclo de vida e disponibilidade de equipamentos e frotas em função de planos de manutenção (preventiva, corretiva, inspeções, CBM, etc.) em sistemas:

10.1. Análise detalhada da política de manutenção preventiva dos componentes para minimizar custo

10.2. Modelo para estimativa do intervalo de manutenção preventiva (idealizada e real) para maximizar a disponibilidade operacional

10.3. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para maximizar a disponibilidade operacional

10.4. Modelo para estimativa do intervalo ótimo de manutenção preventiva dos componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade

10.5. Modelo para análise de intervalo de preventivas com base na idade do equipamento e não dos componentes

10.6. Modelo para análise de preventivas realizadas em grupos de componentes

10.7. Modelo para análise de preventivas realizadas em componentes de forma oportunística

10.8. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para minimização da média do custo operacional

10.9. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção em componentes para maximizar a média da disponibilidade operacional

10.10. Modelo para estimativa dos intervalos ótimos de inspeção (idealizada e real) em componentes para que o sistema tenha um nível mínimo de confiabilidade

10.11. Modelo para análise das políticas de manutenção baseada na condição de componentes (condition-based maintenance) para maximizar disponibilidade no caso em que o modelo de falha for degradação

10.12. Modelo para estimativa do momento de substituição preventiva para minimizar o custo unitário no caso em que o modo de falha for degradação

10.13. Modelos de riscos competitivos aplicados na escolha do momento ótimo de trocas em função de informações de monitoramento de condições

10.14. Modelos para previsão da necessidade de peças de reposição e minimização de custos de estocagem

11. Uma visão geral do que podemos fazer com as metodologias apresentadas:

11.1. De que forma o intervalo entre manutenção preventiva no componente A causa impacto na disponibilidade do equipamento?

11.2. Qual o número de peças sobressalentes para minimizar o custo de operação de uma máquina?

11.3. Qual o intervalo ótimo entre as preventivas para minimizar a média do custo de manutenção em nível de componente? E em nível de sistema?

11.4. Qual a relação entre custo de manutenção de um componente e nível de segurança de nossos sistemas de transmissão de energia elétrica?

11.5. A diretoria deseja que o custo de produção por tonelada seja reduzido em 15%. Qual será a contribuição da estratégia de manutenção? O que será mais eficiente: alterar as políticas de manutenção ou adquirir novos equipamentos?

11.6. O problema central dos gerentes de manutenção: como fazer a gestão de ativos físicos de acordo com o PAS-55?

11.7. Análise entre custo decorrente de política de manutenção e retorno sobre os ativos (ROA)

12. Discussão de problemas sugeridos pelos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Availability Workbench

Datas Disponíveis Local Inscrição
21/03/2017 São Paulo, SP
16/05/2017 Belo Horizonte, MG
15/08/2017 Campinas, SP
28/11/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!

Objetivo

• Apresentar conceitos relacionados a construção do sistema de controle dos processos de manutenção, dos planos por equipamento e da programação de serviços de manutenção usando métodos aplicáveis a qualquer sistema informatizado.

 

Por que participar?

• Capacita o profissional a controlar e organizar de forma eficiente um sistema de manutenção de equipamentos

• Capacita o profissional a desenvolver análise de capacidade de recursos e possibilidades de programação e controle dos serviços

• Capacita o profissional a realizar análises críticas na manutenção

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

• Engenheiros

• Técnicos

• Administradores

 

Ementa

1. Conceitos da manutenção de equipamentos

    1.1. Conceito RAM – confiabilidade, disponibilidade, mantenabilidade

    1.2. Conceitos principais sobre os tipos de manutenção

    1.3. Conceito geral de estratégias de manutenção

    1.4. Políticas de manutenção – aplicação

    1.5. Definição de ativo físico e estratégias de manutenção

2. Noções sobre função, modo de falha e padrões de falha no tempo

    2.1. Conceito de modo de falha

    2.2. Curva taxa de falhas x tempo

    2.3. Padrões de falha x tipo de tarefa de manutenção

3. Controle da Manutenção

    3.1. Componentes de controle de processo

    3.2. Identificação hierárquica de sistemas e suas peças – árvore de cadastro

        3.2.1. Definição do Tag

        3.2.2. Tipos de Tag

        3.2.3. Hierarquização dos sistemas por localização e por função

        3.2.4. Aplicações

    3.3. Registros

        3.3.1. Tipos de registros da manutenção

        3.3.2. Definição de histórico do equipamento e sua importância

        3.3.3. Tipos de relatórios históricos

        3.3.4. Planos de arquivamento de registros

    3.4. Instruções de trabalho

    3.5. Indicadores de desempenho na manutenção

        3.5.1. Processo de levantamento de dados

        3.5.2. Benchmarking

        3.5.3. Hierarquia dos indicadores e mapeamento dos processos

    3.6. Auditoria da manutenção

        3.6.1. Função da auditoria

        3.6.2. Processo de auditoria focado nos registros físicos e eletrônicos

4. Plano de Manutenção

    4.1. Plano da manutenção x plano/programa de manutenção do equipamento

    4.2. Componentes do programa de manutenção do equipamento

    4.3. Criticidade dos equipamentos

    4.4. Definição dos tipos de tarefas de manutenção (MPBT, MPBC/Pred, TDF, MC)

    4.5. Metodologia MCC - manutenção centrada em confiabilidade

    4.6. Distribuição do programa de manutenção na empresa

    4.7. Análise crítica dos planos de manutenção

5. Programação de serviços e noções sobre planejamento de paradas

    5.1. Conceitos principais sobre a programação de serviços

    5.2. Diferença entre programação diária e planejamento de aradas

    5.3. Métodos para planejamento de parada

    5.4. Métodos para a programação de serviços

    5.5. Critérios de priorização

    5.6. Análise de capacidade do sistema

    5.7. Programação avançada

6. Mantenabilidade – planejamento da corretiva

    6.1. Diagrama de análise da tarefa

    6.2. Elementos de suporte a execução

7. Exercícios aplicados

Datas Disponíveis Local Inscrição
07/03/2017 São Paulo, SP
21/09/2017 Campinas, SP
13/12/2017 São Paulo, SP INSCREVER-SE!

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas/metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Projetos, tendo como base Guia PMBOK do PMI e considerando-se as diversas metodologias existentes no mercado, como FEL/FEP, Corrente Crítica Prince 2, Método Agile e uma metodologia hibrida.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma visão sistêmica e abrangente das metodologias hoje existentes no mercado na área de gestão de projetos, como os conceitos do Guia PMBOK, FEL/FEP, PRINCE2, CORRENTE CRÍTICA e MÉTODO AGILE em conjunto com a discussão de uma metodologia hibrida desenvolvida e que tem trazido enorme sucesso quando aplicada. Esta visão sistêmica facilita elaboração de uma metodologia hibrida customizada para qualquer tipo e tamanho de empresas.

Público alvo

  • Engenheiros e Técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de Projetos, de Paradas, de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção/projetos.

Ementa

1. Apresentação
    1.1. Troca de informações e expectativas.
2. Introdução ao Gerenciamento de Projetos
    2.1. Definições.
    2.2. Norma ABNT NBR ISO 21500:2012.
    2.3. Resultados, competitividade e sustentabilidade.
    2.4. Planejamento organizacional e desdobramentos.
        2.4.1. Estratégico.
        2.4.2. Tático.
        2.4.3. Operacional.
    2.5. Governança organizacional e governança de projetos.
    2.6. Programas, portfólio e projetos.
3. Metodologias
    3.1. Norma ABNT NBR ISO 21500:2012.
    3.2. Norma ABNT NBR ISO Série 55000:2014.
    3.3. Guia PMBOK do PMI.
    3.4. FEL/FEP.
    3.5. PRINCE 2.
    3.6. Planejamento por ondas / Método Agile - Scrum.
    3.7. Corrente crítica.
    3.8. Método Canvas.
4. Áreas do Conhecimento
    4.1. Integração.
    4.2. Partes Interessadas.
    4.3. Escopo.
        4.3.1. Tratamento holístico.
        4.3.2. Congelamento/Descongelamento.
        4.3.3. Gestão de mudanças.
    4.4. Tempo.
        4.4.1. CPM - Método do Caminho Crítico.
        4.4.2. PERT.
        4.4.3. Simulações de Monte Carlo.
        4.4.3. Método da Corrente Crítica.
    4.5. Custo.
        4.5.1. Classificação.
        4.5.2. Centro de custo.
        4.5.3. Estimativas/Orçamentação.
        4.5.4. Curvas de variação admissível.
        4.5.5. Reserva gerencial.
    4.6. Riscos.
        4.6.1. Internos ao ambiente do projeto.
        4.6.2. Externos ao ambiente do projeto.
    4.7. Recursos Humanos.
        4.7.1. Percepção da realidade/Pirâmide do conhecimento.
        4.7.2. Teoria do controle.
        4.7.3. Matriz de responsabilidade.
        4.7.4. Gestão de conflitos.
    4.8. SMS.
    4.9. Infraestrutura e logística.
    4.10. Aquisições.
        4.10.1 Tipos de contratos.
        4.10.2. Processo de contratação.
        4.10.3. Plano de contratação.
        4.10.4. Processo de suprimento.
    4.11. Qualidade.
    4.12. Comunicação.
    4.13. Liderança/Atitudes gerenciais.
    4.14. Reuniões antecipativas/Programação dos serviços.
    4.15. Monitoramento e controle.
5. Gestão de Projetos
    5.1. Iniciação.
        5.1.1. Termo de abertura do projeto.
        5.1.2. Partes Interessadas.
        5.1.3. Estabelecer a equipe de projeto.
    5.2. Planejamento.
        5.2.1. Áreas do conhecimento.
        5.2.2. Organização.
        5.2.3. Ciclo de vida do projeto e Ciclo de vida do ativo.
        5.2.4. Business case/Estudo de viabilidade.
        5.2.5. Integração gestão de projetos x gestão de ativos.
    5.3. Implementação.
    5.4. Monitoramento, controle e análise crítica.
        5.4.1. Indicadores de desempenho.
            5.4.1.1. Referencial comparativo.
            5.4.1.2. Relevância.
            5.4.1.3. Tendência.
            5.4.1.4. Nível atual.
        5.4.2. Medição dos resultados.
        5.4.3. Controle dos desvios.
        5.4.4. Controle das mudanças/Gestão de mudanças.
    5.5. Fechamento.
        5.5.1. Relatório de lições aprendidas.
        5.5.2. Encerramento do projeto.

Datas Disponíveis Local Inscrição
11/07/2017 São Paulo, SP
22/11/2017 Manaus, AM INSCREVER-SE!

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas/metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Paradas de Plantas Industriais para Manutenção, tendo como base o pensamento cartesiano (determinístico) e depois um modelo probabilístico bem como a discussão de aplicação de metodologias que resultaram em excelentes resultados de prazo, custo, qualidade, segurança e clima organizacional.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma metodologia moderna, hibrida, em que são utilizados os conceitos mais atuais em gestão de paradas/projetos e que tem trazido enorme sucesso em relação à redução de prazo, de custo, de acidentes, aumento da previsibilidade e redução das incertezas e melhora geral no clima organizacional.

Público alvo

  • Engenheiros e técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de gerenciamento de paradas, Gerenciamento de projetos e de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção.

Ementa

1. Apresentação
    1.1. Troca de informações e expectativas.
2. Contextualização
    2.1. Pré-Parada, Parada, Portfólio de Paradas, Programas.
    2.2. Abastecimento do mercado/Sazonalidade do consumo.
    2.3. Capacidade do Planejamento, Gerenciamento e execução das paradas.
    2.4. Capacidade de recursos de mão de obra e equipamentos no mercado.
    2.5. Condições climáticas.
    2.6. Limites operacionais, técnicos e legais.
    2.7. Unidades interdependentes e unidades que não podem parar simultaneamente.
    2.8. Recursos financeiros.
    2.9. Integração.
3. Gestão do Conhecimento/Aprendizado
    3.1. Sistema Simples e Complexo.
    3.2. Modelo Mental.
    3.3. Modelo Comportamental.
    3.4. Retenção do Conhecimento.
    3.5. Atitudes Gerenciais.
    3.6. Exemplos.
4. Introdução às Metodologias de Gerenciamento
    4.1. FEP - Front-End Planning /FEL - Front-End Loading.
    4.2. Petrobras – Diagrama de Fases.
    4.3. Guia PMBOK do PMI.
    4.4. PRINCE 2.
5. Partes Interessadas
6. Gerenciamento de Escopo
    6.1. Caracterização.
    6.2. Processos.
    6.3. Correntes do pensamento.
    6.4. Critérios mandatórios para definição do escopo de rotina ou parada.
    6.5. Congelamento e Descongelamento.
    6.6. A doença “Já que”.
    6.7. Tratamento Holístico do Escopo.
    6.8. Tratamento das Incertezas em relação ao escopo.
    6.9. Montagem da Lista de Serviços.
    6.10. Escopo de Serviços de Prè-parada.
    6.11. Exemplos.
7. Gerenciamento de Tempo
    7.1. Método do Caminho Crítico.
    7.2. Método PERT.
    7.3. Método Simulações de Monte Carlo.
    7.4. Método da Corrente Crítica.
    7.5. As Doenças do Planejamento.
    7.6. Programas e ferramentas.
8. Gerenciamento de Custo
    8.1. Classificação dos Custos.
    8.2. Estimativa de Top-Down e Bottom-up.
    8.3. Monitoramento e Controle.
    8.4. Reserva Gerencial e de Contingência.
    8.5. Exemplos de Curvas de Acompanhamento.
9. Gerenciamento de Riscos
    9.1. Caracterização.
    9.2. Metodologias.
        9.2.1. Planilha.
        9.2.2. Simulações de Monte Carlo.
10. Gerenciamento de Recursos
    10.1. Organização na fase de Campanha.
    10.2. Organização na fase de Planejamento.
        10.2.1. Estrutura organizacional.
            10.2.1.1. PMO.
            10.2.1.2. Estrutura Matricial.
            10.2.1.3. Estrutura Projetizada.
    10.3. Organização na fase de Parada.
        10.3.1. Estrutura organizacional.
11. Gerenciamento de SMS
    11.1. Plano de Gerenciamento de Riscos - Acidentes.
    11.2. Plano de Gerenciamento de Meio Ambiente.
    11.3. Plano de Gerenciamento da Saúde.
12. Infraestrutura e Logística
    12.1. Transporte.
    12.2. Salas de apoio.
    12.3. Informática.
    12.4. Telecomunicação.
    12.5. Sistema de Comunicação.
    12.6. Alimentação.
    12.7. Ambulatório.
13. Aquisições
    13.1. Plano de Contratação.
    13.2. Tipos de Contratos.
        13.2.1. Preço Global.
        13.2.2. Preço Unitário.
        13.2.3. Hh.
        13.2.4. Por Desempenho.
    13.3. Compra de Materiais e Equipamentos.
14. Gerenciamento da Qualidade
    14.1. Confiabilidade.
    14.2. Taxa de Corrosão, erosão.
    14.3. Critérios de Monitoramento e Aceitação.
15. NR-10 – Norma Regulamentadora 10
    15.1. Texto da Norma.
    15.2. Instalação “Provisória”.
    15.3. Instalação Definitiva.
    15.4. Exemplos.
16. Monitoramento e Controle
    16.1. Reunião ordinária.
    16.2.Reunião Antecipativa.
    16.3. Curva S.
17. Relatório da Parada

Datas Disponíveis Local Inscrição
09/05/2017 Rio de Janeiro, RJ
29/08/2017 São Paulo, SP
27/11/2017 Manaus, AM INSCREVER-SE!

Por que Participar & objetivos

• Entender como modelagem de confiabilidade de sistemas pode auxiliar na sua tomada de decisões na gestão de ativos físicos

• Compreender os impactos das suas escolhas nos indicadores de custo do seu departamento e da empresa

• São apresentados exemplos resolvidos manualmente ou empregando-se a planilha Excel ou software de apoio específico para modelagem de confiabilidade de sistemas

• Compreender os limites de capacidade de produção de seus ativos, bem como o nível de risco a ele associado

• Mostrar de forma clara como os resultados de uma análise de confiabilidade agregarão valor ao negócio

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam nas áreas de manutenção, produção, planejamento, segurança e demais profissionais que atuam em áreas relacionadas com análise de confiabilidade e risco

• Professores e alunos que desenvolvem atividades de ensino e pesquisa associadas com a área de análise de confiabilidade e risco

• Profissionais das áreas de gestão econômica de ativos, suprimentos, planejamento e de outras áreas afins que necessitam de realizar previsões

 

Ementa

1. Detalhamento do problema de sobressalentes

1.1. Materiais em estoques (consumíveis, sobressalentes, etc.)

1.2. Conceito de sobressalentes, quantidade, risco e custo

1.3. Visita às normas PAS-55 e ISSO 55.000 em relação a sobressalentes e estoques

1.4. Exemplo numérico de nível de estoques, risco de falta de peças e custo de capital de um único sobressalente

1.5. O problema de previsão de demanda de milhares de sobressalentes

1.6. Uma visão geral das metodologias mostradas no curso e suas aplicações

2. Métodos para redução de estoques de materiais

2.1. Seleção de variáveis críticas na gestão de estoques (risco, lead-time, consumo, etc.)

2.2. Elaboração de escala de ponderação

2.3. Construção de matriz de criticidade

2.4. O método AHP para seleção de itens críticos

2.5. Exemplos diversos

3. Análise de fluxo de caixa de custos de unidades em estoques:

3.1. Os diferentes componentes de custos de unidades em estoques

3.1.1. O conceito de valor do dinheiro no tempo, taxa de juro e inflação de custos em estoques

3.1.2. Média ponderada do custo de oportunidade do capital (WACC)

3.1.3. O custo direto e indireto de itens em estoques ao longo do tempo (capital imobilizado)

3.2. Os principais indicadores do fluxo de caixa de custos em manutenção:

3.2.1. Valor presente líquido (VPL)

3.2.2. Valor futuro líquido (VFL)

3.2.3. Taxa interna de retorno (TIR)

3.2.4. Taxa interna de retorno modificada (MIRR)

3.2.5. Período de recuperação do investimento (payback)

3.3. Exemplos diversos

4. Modelos probabilísticos simples para a previsão de estoques

4.1. Modelo determinístico clássico de lote econômico

4.2. Modelo de previsão empregando-se a distribuição de Poisson

4.3. Modelo de previsão empregando-se a distribuição binomial

4.4. Modelos de previsão empregando-se simulação de Monte Carlo

4.5. Exemplos diversos

5. Modelos para previsão de demanda de peças com base em séries temporais (dados históricos)

5.1. Características de uma série de dados

5.2. Previsão por alisamento exponencial simples

5.3. Previsão pelo método de Croston

5.4. Previsão pela aproximação de Syntetos – Boylan

5.5. Previsão por média móvel

5.6. Previsão por média móvel ponderada

5.7. Previsão por modelo de Winter (aditivo e multiplicativo)

5.8. Previsão por modelos de Box-Jenkins (ARMA, ARIMA, etc.)

5.9. Exemplos diversos

6. Solução de mais exemplos empregando-se os softwares Excel, ModelRisk e Isograph AWB e discussão de problemas sugeridos pelos participantes

6.1. Modelagem de vida de componentes

6.2. Modelagem de duração de manutenções (corretiva, preventiva, inspeções)

6.3. Modelagem de tempo até a falha de sistemas por simulação de Monte Carlo

6.4. Exemplos diversos

7. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: ModelRisk, Crystal Ball ou @Risk

Datas Disponíveis Local Inscrição
21/02/2017 São Paulo, SP
09/11/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!