Treinamentos

Análise de risco em processo, engenharia e áreas afins

Por que participar & objetivos

• Conhecer as técnicas para análise de riscos operacionais

• Compreender como empregar os resultados de uma análise de riscos na tomada de decisões

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de segurança

• Profissionais da área de processos

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à segurança

• Demais profissionais interessados em temas associados à segurança

 

Ementa

1. Introdução a conceitos de gerenciamento de riscos

1.1. Segurança do Trabalho x Segurança de Processo

1.2. Incidente x Acidente

1.3. Perigo, Evento, Causa, Consequência e Cenário

1.4. Frequência e Severidade

1.5. Risco e Matriz de Risco

2. Acidentes:

2.1. Notas Iniciais

2.2.Exemplos e Exercícios

3. Principais Técnicas de Análise e Gerenciamento de Riscos:

3.1. What if (E se?)

3.2. HAZOP (Hazard and Operability Studies)

3.3. APP (Análise Preliminar de Perigos)

3.4. EAR (Estudo de Análise de Riscos)

3.5. PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)

3.6. PAE (Plano de Ação de Emergência)

4. Metodologias de APP e HAZOP e suas aplicações

4.1. Observações Gerais

4.2. APP

4.2.1. Vantagens

4.2.2. Descrição da Metodologia

4.2.3. Planilha e Exemplo

4.2.4. Passos para realização

4.2.5. Estimativa de tempo

4.2.6. Exercício

4.3. HAZOP

4.3.1. Vantagens

4.3.2. Descrição da Metodologia

4.3.3. Planilha e Exemplo

4.3.4. Passos para realização (Nó, Intenção e Desvios)

4.3.5. Estimativa de tempo

5. Cultura para Sucesso do HAZOP e APP

5.1. Premissas para Análise e Gerenciamento de Riscos

5.2. Cultura da Análise e Gerenciamento de Riscos

6. Conceitos para a Gestão da Reunião

6.1. Princípios para Gestão da Reunião

6.1.1. Definição do Escopo

6.1.2. Visita de Campo

6.1.3. Bate papo com participantes

6.1.4. Documentação

6.1.5. Escolha da Equipe

6.1.6. Gerenciamento da Equipe

6.1.7. Escolha do Local

6.2. Relatório Final

7. Sessão de HAZOP

7.1. Criação de Equipes e Nomeação dos Líderes e Secretários de HAZOP

7.2. Brainstorm para a Construção de Sistema de Análise

7.3. Execução do HAZOP pelas equipes

7.4. Monitoramento e Orientações de Melhoria

7.5. Avaliação do Exercício e Levantamento de Dificuldades

8. Estudo de Caso com Auxílio do Software HAZOP+ 2013

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench e Isograph Hazop

Por que participar & objetivos

• Conhecer as ferramentas para se fazer otimização em seis sigma de forma intuitiva e simples por meio de simulação de Monte Carlo

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• O software utilizado possui uma interface amigável e muito prático

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de qualidade

• Profissionais da área de engenharia

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com análise de variabilidade

• Demais profissionais interessados em seis sigma e temas associados

 

Ementa

1. Conceitos e exemplos de análise de risco e otimização estocástica:

1.1. Uma visão geral da complexidade dos problemas em ambiente de incerteza

1.2. Algumas características importantes de uma análise de risco em seis sigma

1.3. Otimização determinística e estocástica: O que é? Quais as diferenças? Quando devem ser empregadas?

1.4. Uma visão geral de modelos matemáticos, simulação, otimização e exemplos

1.5. Exemplo 1: Modelo para a simulação do percentual de defeitos de uma peça composta por 4 unidades

1.6. O que é simulação de Monte Carlo? Como ela pode ser feita em planilhas excel? Como interpretar os resultados?

1.7. Exemplo 2: Modelo para análise de risco de tempo para completar um processo produtivo

1.8. Exemplo 3: Simulação de um plano de teste para avaliar a durabilidade de amortecedores

1.9. Exemplo 4: Modelo para análise de risco de um plano de amostragem

1.10. Exemplo 5: Modelo para análise de risco da oferta de um novo emprego de engenheiro de qualidade (Black-Belt)

1.11. Exemplo 6: Modelo para otimização do nível ótimo de capacitores a serem comprados

1.12. Exemplo 7: Modelo para escolher a melhor distribuição de probabilidade para cada variável incerta e estimativa de risco

1.13. Exemplo 8: Modelo para estimativa de risco de investimentos em dois projetos de seis sigma

1.14. Exemplo 9: Modelo para análise de correlações entre várias variáveis em problemas de Seis Sigma

1.15. Exemplo 10: Modelo para análise de sensibilidade da confiabilidade de uma mola helicoidal e interpretação de resultados

1.16. Exemplo 12: Modelo para a previsão de média e risco na demanda de gás natural de uma pequena cidade

2. Os conceitos fundamentais de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing:

2.1. O que é qualidade para produtores e consumidores?

2.2. Exemplo 13: Conceito de seis sigma e importância econômica desta abordagem

2.3. As fases de um programa de seis sigma (DMAIC) e como simulação de Monte Carlo gera economia

2.4. Exemplo 14: O conceito de DFSS, aplicação e benefícios

2.5. Os indicadores de capabilidade de processos:

2.5.1. Cp, Cpk

2.5.2. Pp, Ppk

2.5.3. Outros

2.6. Exemplo 15: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque simulação é tão importante

2.7. Exemplo 16: A metodologia geral de Design para Seis Sigma (DFSS) e porque devemos usar simulação 

2.8. Alguns casos de sucesso de uso de simulação na melhoria de qualidade

3. Análise de casos complexos nas áreas de seis sigma, design para seis sigma e lean manufacturing: 

3.1. Modelo para avaliação de melhorias de produtividade em processo de empréstimos de um banco

3.2. Modelo para seleção de projetos para estudos de seis sigma em ambiente de incertezas

3.3. Modelo para análise de melhorias envolvendo o design de uma bomba que é parte de um sistema de envasamento

3.4. Modelo para simulação da previsão de variabilidade a partir de design de experimentos (DOE)

3.5. Modelo para análise de tolerância de componentes para atender especificação de produto e minimizar custo

3.6. Modelo para análise da presença de “hidden factory” por meio de lean e seis sigma

3.7. Modelo para análise da melhor especificação na fase de projeto de um pistão

3.8. Modelo para simulação de Value Stream Analysis de uma fábrica de geradores elétricos

4. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Crystal Ball ou @Risk ou ModelRisk

Datas Disponíveis Local Inscrição
19/12/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!

Por que participar & objetivos

• Mostrar como usar o método de Árvore de Falhas para avaliação de risco de sistemas com foco em segurança, consequências de falhas de sistemas em termos de custos, perdas, danos, etc.

• Mostrar que os métodos de Árvore de Falhas e Árvore de Eventos podem ser usados para análise de riscos em diferentes indústrias (RC NUREG–0492, NASA, SAE ARP4761 MIL–HDBK–338, IEC standard IEC 61025 e EN 61025)

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias para análise de risco de forma quantitativa, identificação de caminhos indesejáveis (cut-sets), etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos, juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

  

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de segurança de sistemas (safety systems)

• Profissionais da área de engenharia de confiabilidade

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com análise de riscos operacionais

• Demais profissionais interessados em análise quantitativa de riscos operacionais

 

Ementa

1. O conceito de análise de risco de sistemas

2. Introdução à análise de sistemas por meio de Árvore de Falhas e de Eventos

2.1. Conceitos sobre análise de sistemas

2.2. Análise de sistemas: indução x dedução

2.3. Introdução sobre Análise de Árvore de Falhas (FTA)

2.4. Introdução sobre Análise de Árvore de Eventos (ETA)

2.5. Exemplos diversos

3. As diversas normas (ISO, IEC, ABNT, etc.) sobre análise de riscos de sistemas

4. Os Tipos de Eventos e Portas Lógicas para Árvore de Falhas 

4.1. Introdução sobre eventos e portas

4.2. Eventos primários

4.3. Portas lógicas

4.4. Símbolos de transferência

4.5. Exemplos diversos

5. Fundamentos sobre a construção de Árvores de Falhas e conjuntos de corte

5.1. Componentes de uma Árvore de Falhas

5.2. Efeito, modo e mecanismo de falha

5.3. Regras para a construção de Árvores de Falhas

5.4. Conjuntos de corte – Cut Sets

5.5. Conceitos básicos sobre álgebra booleana

5.6. Exemplos diversos

6. Conceitos de probabilidade utilizados na Análise de Árvore de Falhas

6.1. Conceitos de probabilidade

6.2. Introdução sobre probabilidade de ocorrência de um evento associado a uma porta lógica

6.3. Combinação e permutação

6.4. Exemplos diversos

7. Modelagem da falha e do reparo para os eventos primários de uma Árvore de Falhas

7.1. Probabilidade de ocorrência de um evento

7.2. Componentes com taxa de falha constante

7.3. Falhas dormentes

7.4. Configuração standby

7.5. Modelo de “Time at risk”

7.6. Modelo binomial para grupos de componentes idênticos em configuração K-de-N

7.7. Modelo de Poisson para análise do número limitado de peças de reposição

7.8. Distribuição Weibull

7.9. Distribuição lognormal

7.10. Disponibilidade em diferentes fases de operação

7.11. Taxa de falha em diferentes fases de operação

7.12. Evento iniciador de uma Árvore de Eventos

7.13. Exemplos diversos

8. Análise quantitativa da Árvore de Falhas

8.1. Análise quantitativa

8.2. Cálculo da indisponibilidade e frequência de um Cut set

8.3. Cálculo da indisponibilidade de um sistema

8.4. Cálculo da frequência de ocorrência de um sistema

8.5. Outras medidas de desempenho

8.6. Exemplos diversos

9. Analise de falha de causa comum (Common Cause Failure)

9.1. Falha de causa comum

9.2. Modelos de falha de causa comum

9.3. Beta Factor

9.4. Multiple Greek Letter (MGL)

9.5. Alpha Factor

9.6. Beta Binomial Failure Rate (BFR)

9.7. Exemplos diversos

10. Medidas de importância, avaliação da incerteza e análise de sensibilidade

10.1. Medidas de importância

10.2. Fussell-Vesely

10.3. Birnbaum

10.4. Barlow-Proschan

10.5. Risk Reduction Worth

10.6. Risk Achievement Worth Importance

10.7. Incerteza e simulação de Monte Carlo

10.8. Análise de sensibilidade

10.9. Exemplos diversos

11. Aplicações de cadeias de Markov em avaliação de riscos

11.1. Introdução sobre Cadeia de Markov

11.2. Cadeia de Markov discreta

11.3. Cadeia de Markov contínua

11.4. Cadeia de Markov com fases contínuas e discretas

11.5. Modelagem de sistemas com estoque de peças de reposição

11.6. Exemplos diversos

12. Análise por Árvores de Eventos (ETA)

12.1. Conceitos sobre Árvore de Eventos

12.2. Relação entre Árvore de Eventos e Árvore de Falhas

12.3. Risco de uma consequência

12.4. Exemplos diversos

13. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench

Datas Disponíveis Local Inscrição
09/08/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como realizar análise de causa raiz

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta conceitos fundamentais para realizar diferentes estudos econômicos como análise de risco de projetos, análise de portfólios, análise de projetos de melhorias, etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Docentes e discentes interessados na área

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Elaboração e análise de fluxo de caixa de projetos

2. Equivalência financeira

3. Risco em tempo, custo e retorno de projetos de CAPEX

4. Fontes de financiamentos de projetos e custos de financiamentos

5. Os componentes de fluxo de caixa de projetos

    5.1. A demanda de um produto com e sem competidores

    5.2. O custo de produção em diferentes mercados

    5.3. O custo de oportunidade do capital (custo do dinheiro)

    5.4. A tributação e seus impactos nos indicadores de projetos

6. Avaliação de risco de VPL, TIR, etc. em projetos por simulação de Monte Carlo

7. Análise de portfólio de projetos de investimentos

8. Análise de projetos de melhorias operacionais em sistemas de produção

9. Introdução à análise de opções reais em projetos (expansão, postergação, abandono, etc.)

10. Análise de projetos de fusão e aquisição de negócios

11. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc.) e de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc.)

12. Os principais covenants usados para gestão de riscos financeiros

13. Discussão de problemas dos participantes

Objetivo

  • Desenvolver habilidades nas técnicas, metodologias e relações humanas aplicadas à área de Gerenciamento de Riscos de Plantas Industriais relacionadas à Manutenção, SMS e Projetos, considerando-se para avaliação dos riscos, tanto o ciclo de vida do projeto e como o ciclo de vida do ativo.

Por que participar?

  • O curso está baseado em uma visão sistêmica e abrangente das metodologias/ferramentas hoje existentes no mercado na área de gestão de riscos, como os conceitos do Guia PMBOK, ABNT NBR ISO 31000:2009, Framework do governo de Vitória/Austrália, estudo de vulnerabilidade, ferramentas dedicadas de confiabilidade, como RCA, FTA, HAZOP, etc., confiabilidade humana e planilhas dedicadas em conjunto com a discussão de uma metodologia de avaliação que leva em consideração não só os riscos internos ao ciclo de vida do projeto, mas também a todo o ciclo de vida do ativo. Isto contribui significadamente para a sustentabilidade empresarial.

Público alvo

  • Engenheiros e Técnicos de nível médio.
  • Supervisores de turmas e equipes de manutenção.
  • Profissionais de SMS, de Projetos, de Paradas, de PMO.
  • Outros profissionais de manutenção/projetos/SMS.

Ementa

1. Apresentação

    1.1. Troca de informações e expectativas.

2. Introdução ao Gerenciamento de Riscos

    2.1. Definições.

    2.2. Norma ABNT NBR ISO 31000:2009.

    2.3. Norma ABNT NBR ISO 55001:2014.

    2.4. Resultados e Sustentabilidade.

    2.5. Incertezas, Riscos e Problemas.

    2.6. Probabilidade x Severidade x Consequência.

    2.7. Caracterização de Riscos.

    2.8. Percepção da Realidade e Percepção de Perigos/Riscos.

    2.9. Teoria do Controle/Pirâmide da absorção do Conhecimento.

    2.10. Riscos nas organizações.

3. Identificação de Perigos e Riscos

    3.1. Dados e Informações.

    3.2. Metodologias.

        3.2.1. Norma ABNT NBR ISO 31000:2009.

        3.2.2. Framework do governo de Vitória - Austrália.

        3.2.3. Guia PMBOK.

        3.2.4. CENIPA.

        3.2.5. Norma Regulamentadora NR-10.

    3.3. Identificação de Perigo.

        3.3.1. Análise Preliminar de Perigo.

        3.3.2. HAZID - Hazard Identification Studies.

4. Análise de Riscos

    4.1. Análise Qualitativa de Riscos.

        4.1.1. Análise Preliminar de Riscos / Serviços.

        4.1.2. Planilha Dedicada.

        4.1.3. Análise de Segurança das Tarefas.

        4.1.4. RCA - Árvore da Causa Raiz.

        4.1.5. HAZOP - Estudo dos Perigos e Operabilidade.

        4.1.6. NR-09, NR-10.

        4.1.7. Norma ABNT NBR ISO 14000.

        4.1.8. Matriz SWOT.

        4.1.9. Check list.

    4.2. Análise Quantitativa de Riscos.

       4.2.1. FTA - Análise da Árvore de Falhas.

        4.2.2. ETA - Análise da Árvore de Eventos.

        4.2.3. RCM - Manutenção Centrada na Confiabilidade.

        4.2.4. FME/FMECA - Análise do Modo e Efeito da Falha.

        4.2.5. RBI - Inspeção Baseada no Risco.

        4.2.6. LOPA - Camadas de Proteção.

        4.2.7. SIL - Sistemas Instrumentados de Segurança.

        4.2.8. Vulnerabilidade.

        4.2.9. Confiabilidade Humana.

4.2.10. Simulação de Monte Carlo.

5. Avaliação de Riscos

    5.1. Tomada de Decisão.

        5.1.1. Aceitabilidade/Tolerabilidade.

        5.1.2. ALARP.

        5.1.3. Matriz de Risco.

        5.1.4. Critérios de Aceitabilidade.

        5.1.5. Tratamento dos Riscos.

6. Programação dos Serviços baseadas no Riscos

    6.1. Matriz SAP.

    6.2. Matriz proprietária.

    6.3. Back-log.

7. Controle de Energias Perigosas

    7.1. Elétrica, Mecânica, Térmica, Hidráulica, Pneumática, Química, Nuclear.

8. Plano de Respostas aos Riscos

    8.1. Plano de Emergência.

    8.2. Plano de Respostas as Riscos do Projeto.

    8.3. Planos de Manutenção.

    8.4. Matriz de Responsabilidade.

9. Monitoramento, Controle e Análise Crítica

    9.1. Medição dos Resultados.

    9.2. Análise do Desempenho.

    9.3.Controle dos Desvios.

    9.5. Controle das Mudanças/Gestão de Mudanças.

    9.6. Análise Crítica do Plano de Resposta aos Riscos.

10. Gerenciamento de Riscos

Datas Disponíveis Local Inscrição
14/03/2017 Salvador, BA
06/06/2017 São Paulo, SP
12/09/2017 Rio de Janeiro, RJ INSCREVER-SE!