Treinamentos

Análise de confiabilidade, disponibilidade e áreas afins

Objetivo

• Capacitar o profissional a utilizar o software Availability Workbench de forma a possibilitar a realização de simulações de sistemas complexos e análises comparativas de diferentes cenários de operação.

 

Por que participar?

• O software Availability Workbench possui diversas funcionalidades e permite realizar diversos estudos, como:

    o Ajustar distribuições de probabilidade a dados de falha

    o Simular sistemas complexos

    o Determinar melhor política de manutenção de acordo com custo ou disponibilidade

    o Realizar análises comparativas para diferentes configurações de componentes

    o Etc.

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

• Engenheiros

• Técnicos


Ementa

1. Introdução

2. Módulo Weibull

3. Módulo RCMCost

4. Módulo AvSim

5. Módulo LCC

Por que participar & objetivos

• Mostrar como usar o método de Árvore de Falhas para avaliação de risco de sistemas com foco em segurança, consequências de falhas de sistemas em termos de custos, perdas, danos, etc.

• Mostrar que os métodos de Árvore de Falhas e Árvore de Eventos podem ser usados para análise de riscos em diferentes indústrias (RC NUREG–0492, NASA, SAE ARP4761 MIL–HDBK–338, IEC standard IEC 61025 e EN 61025)

• O treinamento apresenta ferramentas necessárias para análise de risco de forma quantitativa, identificação de caminhos indesejáveis (cut-sets), etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos, juntamente com muitos exemplos de soluções de problemas

• O software utilizado possui interface de fácil compreensão e muito prático

  

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais da área de segurança de sistemas (safety systems)

• Profissionais da área de engenharia de confiabilidade

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados com análise de riscos operacionais

• Demais profissionais interessados em análise quantitativa de riscos operacionais

 

Ementa

1. O conceito de análise de risco de sistemas

2. Introdução à análise de sistemas por meio de Árvore de Falhas e de Eventos

2.1. Conceitos sobre análise de sistemas

2.2. Análise de sistemas: indução x dedução

2.3. Introdução sobre Análise de Árvore de Falhas (FTA)

2.4. Introdução sobre Análise de Árvore de Eventos (ETA)

2.5. Exemplos diversos

3. As diversas normas (ISO, IEC, ABNT, etc.) sobre análise de riscos de sistemas

4. Os Tipos de Eventos e Portas Lógicas para Árvore de Falhas 

4.1. Introdução sobre eventos e portas

4.2. Eventos primários

4.3. Portas lógicas

4.4. Símbolos de transferência

4.5. Exemplos diversos

5. Fundamentos sobre a construção de Árvores de Falhas e conjuntos de corte

5.1. Componentes de uma Árvore de Falhas

5.2. Efeito, modo e mecanismo de falha

5.3. Regras para a construção de Árvores de Falhas

5.4. Conjuntos de corte – Cut Sets

5.5. Conceitos básicos sobre álgebra booleana

5.6. Exemplos diversos

6. Conceitos de probabilidade utilizados na Análise de Árvore de Falhas

6.1. Conceitos de probabilidade

6.2. Introdução sobre probabilidade de ocorrência de um evento associado a uma porta lógica

6.3. Combinação e permutação

6.4. Exemplos diversos

7. Modelagem da falha e do reparo para os eventos primários de uma Árvore de Falhas

7.1. Probabilidade de ocorrência de um evento

7.2. Componentes com taxa de falha constante

7.3. Falhas dormentes

7.4. Configuração standby

7.5. Modelo de “Time at risk”

7.6. Modelo binomial para grupos de componentes idênticos em configuração K-de-N

7.7. Modelo de Poisson para análise do número limitado de peças de reposição

7.8. Distribuição Weibull

7.9. Distribuição lognormal

7.10. Disponibilidade em diferentes fases de operação

7.11. Taxa de falha em diferentes fases de operação

7.12. Evento iniciador de uma Árvore de Eventos

7.13. Exemplos diversos

8. Análise quantitativa da Árvore de Falhas

8.1. Análise quantitativa

8.2. Cálculo da indisponibilidade e frequência de um Cut set

8.3. Cálculo da indisponibilidade de um sistema

8.4. Cálculo da frequência de ocorrência de um sistema

8.5. Outras medidas de desempenho

8.6. Exemplos diversos

9. Analise de falha de causa comum (Common Cause Failure)

9.1. Falha de causa comum

9.2. Modelos de falha de causa comum

9.3. Beta Factor

9.4. Multiple Greek Letter (MGL)

9.5. Alpha Factor

9.6. Beta Binomial Failure Rate (BFR)

9.7. Exemplos diversos

10. Medidas de importância, avaliação da incerteza e análise de sensibilidade

10.1. Medidas de importância

10.2. Fussell-Vesely

10.3. Birnbaum

10.4. Barlow-Proschan

10.5. Risk Reduction Worth

10.6. Risk Achievement Worth Importance

10.7. Incerteza e simulação de Monte Carlo

10.8. Análise de sensibilidade

10.9. Exemplos diversos

11. Aplicações de cadeias de Markov em avaliação de riscos

11.1. Introdução sobre Cadeia de Markov

11.2. Cadeia de Markov discreta

11.3. Cadeia de Markov contínua

11.4. Cadeia de Markov com fases contínuas e discretas

11.5. Modelagem de sistemas com estoque de peças de reposição

11.6. Exemplos diversos

12. Análise por Árvores de Eventos (ETA)

12.1. Conceitos sobre Árvore de Eventos

12.2. Relação entre Árvore de Eventos e Árvore de Falhas

12.3. Risco de uma consequência

12.4. Exemplos diversos

13. Discussão de problemas dos participantes

 

Software de apoio além do Excel: Isograph Reliability Workbench

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia de FMEA para analisar corretamente os riscos decorrentes dos efeitos e criticidades dos modos de falha de componentes de sistemas na manutenção, processos e outros

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta todas as ferramentas necessárias para um estudo de confiabilidade por meio da metodologia de FMEA

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

• Mostra de forma clara como os resultados de análise de confiabilidade agregam valor ao seu produto

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Segurança de sistemas industriais

• Desenvolvimento de estratégias de garantia

• Elaboração de teste de homologação e validação

• Implementação de ensaios técnicos para componentes, sistemas, produtos, etc.

• Docentes e discentes interessados em engenharia da confiabilidade

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Introdução ao método modos de falha, criticalidade e seus efeitos

    1.1. Histórico, origem, quem usa

    1.2. Definição de FMEA/FMECA

    1.3. Padrões e normas publicadas

    1.4. Aplicação do FMEA no setor elétrico, mineração, petróleo, etc.

    1.5. Justificativas e benefícios de se fazer uma FMEA

    1.6. Os principais tipos de FMEA

2. Procedimento básico de análise de FMEA

    2.1. Escopo e abrangência

    2.2. Equipe para análise FMEA

    2.3. Regras básicas e as premissas adotadas

    2.4. Informações, registros e documentos importantes

    2.5. Análise funcional FMEA

        2.5.1. Funções

        2.5.2. Requisitos

        2.5.3. Modos de falhas

        2.5.4. Efeitos de falhas e causas de falhas

    2.6. Elementos de um modelo para avaliação de risco e criticidade

        2.6.1. Severidade

        2.6.2. Ocorrência

        2.6.3. Detectabilidade

        2.6.4. Outros

        2.6.5. Os principais controles detectivos e preventivos

    2.7. Os principais gráficos para interpretação FMEA

        2.7.1. Método de Pareto

        2.7.2. Método de matrizes

        2.7.3. Outros

3. Equipamentos a serem analisados

    3.1. Critérios para seleção dos equipamentos

    3.2. Fatores de criticidade

        3.2.1. Identificação de funções

        3.2.2. Identificação de falhas funcionais

    3.3. Identificação e avaliação/categorização dos efeitos da falha (diagramas lógicos)

    3.4. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    3.5. Seleção de tarefas de manutenção

        3.5.1. Perguntas de seleção de tarefas

        3.5.2. Comparação das estratégias de manutenção baseada no custo e na disponibilidade, operação até a falha, troca/reparo, serviços, inspeção para detectar a falha, Inspeção sob condição e reprojeto

    3.6. Cálculo do intervalo ótimo de manutenção com base nos resultados de FMEA

4. Avaliação do risco de falha com base em FMEA/FMECA

    4.1. Número de prioridade do risco (NPR)

    4.2. Análise de criticidade

    4.3 Gerenciamento dos controles atuais

    4.4.Gerenciamento das ações indicadas

    4.5. Tomada de decisão sob condições de risco

5. Análise de causa raiz das falhas

    5.1. Seleção dos equipamentos a serem analisados

        5.1.1. Perguntas de seleção dos equipamentos

        5.1.2. Fatores de criticidade

    5.2 Definições do conceito falha

        5.2.1. Conceito de Falha

        5.2.2. Falha funcional

        5.2.3. Falha ocasional

        5.2.4. Falha recorrente

        5.2.5. Falha crítica

        5.2.6. Falha iminente

6. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    6.1. Exemplos de equipamentos elétricos

    6.2. Exemplos em outros setores

7. Técnicas para determinar causa raiz

    7.1. Brainstorming

    7.2. Diagrama de causa e efeito (espinha de peixe)

        7.3. 5 porquês

8. Fluxograma do processo RCA envolvendo

    8.1. Falha ocasional

    8.2. Falha recorrente

    8.3. Etc.

9. Etapas básicas para determinar a causa raiz

    9.1. Determinação do sistema a se analisar

    9.2. Seleção da equipe de análise

    9.3. Definição das metas e objetivos. Definição da falha e suas causas

    9.4. Coleta de dados sobre as falhas

    9.5. Métodos de coletas de dados

        9.5.1. Fontes de dados

        9.5.2. Tipos de dados

        9.5.3. Análise de Pareto

    9.6. Definição da árvore de causa

        9.6.1. O evento

        9.6.2. O cenário

        9.6.3. Os fatos

        9.6.4. As hipóteses

        9.6.5. As causas

        9.6.6. Raiz primária, raiz física, raiz humana, etc.

    9.7. Determinação das ações: seleção, avaliação e implementação

    9.8. Monitoração dos resultados

    9.9. Exemplos e exercícios diversos

    9.10. Lições aprendidas

    9.11. Discussão de problemas dos participantes


Software de apoio: Excel e Isograph Reliability Workbench

Objetivos

• Transmitir aos profissionais de forma clara e objetiva a metodologia necessária para a solução de problemas relacionados ao planejamento dos investimentos em ativos físicos com base em: (1) indicadores econômicos, (2) financeiros, (3) nas restrições definidas e (4) em modelos de risco

• A metodologia apresentada visa definir o momento ideal para fazer um investimento de substituição de ativo dentro de um contexto de análise de portfólio de investimentos e sem excluir da análise as restrições encontradas (principalmente financeiras) e tolerância ao risco. Em outras palavras, a metodologia exposta no treinamento trata a gestão de ativos de forma holística e não limitada a apenas um setor ou a um único ativo

 

Por que participar?

• Para desenvolver e aperfeiçoar as competências necessárias para gerenciar riscos de forma eficaz, garantir a confiabilidade ou disponibilidade, e alcançar a eficiência de capital em ativos industriais físicos

• Compreender os impactos das suas decisões relacionadas aos principais ativos físicos nos indicadores de desempenho do seu departamento e da empresa como um todo

• Utilizar técnicas quantitativas de otimização para seleção de investimentos com base em requisitos de operação, manutenção, restrição financeira, dentre outros

• Exemplos resolvidos manualmente, com o uso de planilhas do Excel ou software de apoio específico (Crystal Ball, ModelRisk, CopperLeaf C-55)

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam nas áreas de manutenção, produção, planejamento, segurança e demais profissionais que atuam em áreas relacionadas com análise de confiabilidade e risco

• Profissionais ligados ao setor financeiro. O treinamento ajudará a lidar com problemas de alocação de recursos considerando objetivos concorrentes e por vezes conflitantes a fim de atender os interesses corporativos

• Professores e alunos que desenvolvem atividades de ensino e pesquisa associadas com a área de análise de confiabilidade e risco

 

Ementa

1. As principais opções gerenciais para a gestão de ativos físicos

    1.1. Opção de manutenção preventiva

    1.2. Opção de manutenção corretiva

    1.3. Opção de manutenção detectiva

    1.4. Opção de desativação

    1.5. Opção de substituição

    1.6. Opção de reforma (overhaul)

    1.7. Opção de mudança de localização de centros de manutenção

    1.8. Etc

2. Fundamentos de economia, estatística e confiabilidade

    2.1. Revisão de estatística descritiva

    2.2. Confiabilidade de componentes e sistemas: quantificação do tempo de vida

    2.3. Mantenabilidade: quantificação de variabilidade nas atividades de manutenção

    2.4. Disponibilidade de componentes e sistemas

    2.5. Modelos de correlação entre indicadores de desempenho de ativos físicos e financeiros

    2.6. Simulação de Monte Carlo: conceitos, exemplos e aplicações

    2.7. Fluxo de caixa de alternativas gerenciais

    2.8. Equivalência financeira

    2.9. Inflação, correção e taxa de juro

    2.10. Indicadores de fluxo de caixa

    2.11. Comportamento dos custos de produção

    2.12. Comportamento dos custos de manutenção

    2.13. Maximização de lucro, minimização de custos e disponibilidade em nível de equipamentos

    2.14. Disponibilidade, produção, ganhos e perdas de escala em nível de plantas

    2.15. Exemplos diversos

3. Análise de indicadores financeiros e sua dependência com tomada de decisão em ativos

    3.1. Conceito dos principais tipos de demonstrações financeiras

    3.2. Indicadores de operação (custo capacidade, turnover de estoques, recebíveis, alavancagem, etc.)

    3.3. Indicadores de liquidez e solvência (cobertura de juros, liquidez corrente, covenants, etc.)

    3.4. Indicadores de rentabilidade (EBITDA, ROA, ROE, RONA, etc.)

    3.5. Novos conceitos: EVA, CFROI e CVA

    3.6. Sensibilidade de indicadores de negócio e política de gestão de ativos físicos

    3.7. Exemplos diversos

4. Modelos para análise de flexibilidades gerenciais

    4.1. Análise da opção de manutenção preventiva

    4.2. Análise da opção de manutenção corretiva

    4.3. Análise da opção de manutenção detectiva

    4.4. Análise da opção de desativação

    4.5. Análise da opção de substituição

    4.6. Análise da opção de reforma (overhaul)

    4.7. Análise da opção de mudança de localização de centros de manutenção

    4.8. Visão geral das funcionalidades dos softwares CopperLeaf C-55, Crystal Ball® e Isograph Availability Workbench

5. Tomada de decisão com diversos objetivos e limitação de orçamento

    5.1. Conceito de tomada de decisão com objetivos múltiplos

    5.2. Teoria da tomada de decisão das pessoas

    5.3. Tomada de decisão pelo método SMART

    5.4. Tomada de decisão pelo método AHP

    5.5. Exemplos diversos

    5.6. Visão geral das funcionalidades dos softwares CopperLeaf C-55, Crystal Ball® e Isograph Availability Workbench;

6. Exemplos práticos de planejamento na gestão de ativos

    6.1. Análise de VAR (value-at-risk) em aquisição de equipamentos importados empregando-se derivativos para o gerenciamento de riscos

    6.2. Análise de risco do VPL, TIR e Payback de um projeto de produção de petróleo com novo estoque de equipamentos

    6.3. Seleção de portfólio ótimo de novos projetos de melhorias de modo a atender produção, restrição de investimentos e custos, maximização de VPL, VAR, etc.

    6.4. Análise de risco no tempo de construção de 3 projetos nas áreas de laboratório, rodovia e pequena ferrovia

    6.5. A seleção ótima de um portfólio de N projetos para serem submetidos a um programa de melhoria de qualidade por seis sigma

    6.6. Análise de risco na estratégia de uma empresa exportadora de commodities que emprega estratégias de swap em 3 moedas distintas

    6.7. O valor de recomposição de uma equipe de manutenção para atender a uma demanda de serviços que varia ao longo do tempo

7. Visão geral e revisão de planejamento e gestão de investimentos em ativos

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como realizar análise de causa raiz

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta conceitos fundamentais para realizar diferentes estudos econômicos como análise de risco de projetos, análise de portfólios, análise de projetos de melhorias, etc.

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Docentes e discentes interessados na área

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Elaboração e análise de fluxo de caixa de projetos

2. Equivalência financeira

3. Risco em tempo, custo e retorno de projetos de CAPEX

4. Fontes de financiamentos de projetos e custos de financiamentos

5. Os componentes de fluxo de caixa de projetos

    5.1. A demanda de um produto com e sem competidores

    5.2. O custo de produção em diferentes mercados

    5.3. O custo de oportunidade do capital (custo do dinheiro)

    5.4. A tributação e seus impactos nos indicadores de projetos

6. Avaliação de risco de VPL, TIR, etc. em projetos por simulação de Monte Carlo

7. Análise de portfólio de projetos de investimentos

8. Análise de projetos de melhorias operacionais em sistemas de produção

9. Introdução à análise de opções reais em projetos (expansão, postergação, abandono, etc.)

10. Análise de projetos de fusão e aquisição de negócios

11. Indicadores financeiros de rentabilidade (ROE, ROA, RONA, ROC, RAROC, ROCE, CFROI, etc.) e de mercado (EPS, P/E, PEG, Payout ratio, etc.)

12. Os principais covenants usados para gestão de riscos financeiros

13. Discussão de problemas dos participantes

Por que participar & objetivos

• Conhecer as técnicas para análise de risco de falhas humanas

• Conhecer as estratégias para redução de risco de falhas humanas

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de segurança

• Profissionais da área de manutenção de sistemas reparáveis

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à segurança e falhas humanas

• Demais profissionais interessados em temas associados a falhas humana

 

Ementa

1. Princípios

2. Definições

3. Aplicações

4. Análise x Quantificação da Confiabilidade Humana

5. Aspectos sensoriais e cognitivos:

5.1. Percepção, atenção e memória

5.2. Modelos de processamento das informações

5.3. Fator de aprendizagem

5.4. Complexidade, familiaridade e cultura

5.5. Formação do modelo mental

6. Relação Homem-Máquina:

6.1. Conceitos básicos

6.2. Condições para melhorias

6.3. Ambiente do operador

6.4. Prioridade de Tarefas

6.5. Erros no processo

7. Erros da manutenção

8. Comportamento humano – individual e em grupo

9. Fatores ambientais

10. Classificação das falhas humanas

11. Análise de risco considerando as falhas humanas:

11.1. Métodos de análise e avaliação de falhas humanas

11.2. A Árvore de Eventos da THERP

11.3. HAZOP Humana

11.4. Fatores humanos na análise LOPA

11.5. Work Analysis

11.6. Análise de tarefas com poucas ou nenhuma falha 

11.7. ARTH – Análise de Riscos de Tarefas Humanas 

12. Quantificação das falhas humanas:

12.1. Definições 

12.2. Conceitos de probabilidade 

12.3. Distribuições de probabilidades típicas das falhas humanas 

12.4. Características dos modelos de quantificação das falhas humanas 

12.5. Uso das tabelas de erros humanos das técnicas de primeira geração 

12.6. A análise de sensibilidade da influência das falhas humanas 

12.7. Determinação de descritores matemáticos usando julgamento de especialistas 

12.8. Limitações dos modelos de quantificação 

12.9. A lógica das técnicas de 3ª geração – exemplo: CREAM 

12.10. Uso dos descritores por lógica fuzzy 

12.11. Possibilidades de simulação 

13. Estratégias de redução dos riscos – aumentando a confiabilidade dos sistemas sócio técnicos:

13.1. Definição de barreiras e controle 

13.2. Hierarquia de barreiras 

13.3. Avaliação das barreiras e controles 

13.4. Classificação 

13.5. Aplicações 

13.6. Soluções no projeto para redução da taxa de falha humana 

13.7. Critérios para avaliação da confiabilidade humana no projeto 

14. Discussão de problemas dos participantes