Treinamentos

Análise de confiabilidade, disponibilidade e áreas afins

Objetivo

• Capacitar o profissional a utilizar o software Availability Workbench de forma a possibilitar a realização de simulações de sistemas complexos e análises comparativas de diferentes cenários de operação.

 

Por que participar?

• O software Availability Workbench possui diversas funcionalidades e permite realizar diversos estudos, como:

    o Ajustar distribuições de probabilidade a dados de falha

    o Simular sistemas complexos

    o Determinar melhor política de manutenção de acordo com custo ou disponibilidade

    o Realizar análises comparativas para diferentes configurações de componentes

    o Etc.

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área técnica de manutenção de equipamentos

• Engenheiros

• Técnicos


Ementa

1. Introdução

2. Módulo Weibull

3. Módulo RCMCost

4. Módulo AvSim

5. Módulo LCC

Objetivo

• Mostrar de forma objetiva e prática como empregar a metodologia de FMEA para analisar corretamente os riscos decorrentes dos efeitos e criticidades dos modos de falha de componentes de sistemas na manutenção, processos e outros

 

Por que participar?

• O treinamento apresenta todas as ferramentas necessárias para um estudo de confiabilidade por meio da metodologia de FMEA

• O conteúdo é composto de conceitos teóricos rigorosos juntamente com diversos exemplos de soluções de problemas

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

• Mostra de forma clara como os resultados de análise de confiabilidade agregam valor ao seu produto

 

Áreas de Interesse/público-alvo

• Profissionais que atuam com processos, qualidade, manutenção, engenharia

• Segurança de sistemas industriais

• Desenvolvimento de estratégias de garantia

• Elaboração de teste de homologação e validação

• Implementação de ensaios técnicos para componentes, sistemas, produtos, etc.

• Docentes e discentes interessados em engenharia da confiabilidade

• Gestão da qualidade

• Design de projetos e produtos

 

Ementa

1. Introdução ao método modos de falha, criticalidade e seus efeitos

    1.1. Histórico, origem, quem usa

    1.2. Definição de FMEA/FMECA

    1.3. Padrões e normas publicadas

    1.4. Aplicação do FMEA no setor elétrico, mineração, petróleo, etc.

    1.5. Justificativas e benefícios de se fazer uma FMEA

    1.6. Os principais tipos de FMEA

2. Procedimento básico de análise de FMEA

    2.1. Escopo e abrangência

    2.2. Equipe para análise FMEA

    2.3. Regras básicas e as premissas adotadas

    2.4. Informações, registros e documentos importantes

    2.5. Análise funcional FMEA

        2.5.1. Funções

        2.5.2. Requisitos

        2.5.3. Modos de falhas

        2.5.4. Efeitos de falhas e causas de falhas

    2.6. Elementos de um modelo para avaliação de risco e criticidade

        2.6.1. Severidade

        2.6.2. Ocorrência

        2.6.3. Detectabilidade

        2.6.4. Outros

        2.6.5. Os principais controles detectivos e preventivos

    2.7. Os principais gráficos para interpretação FMEA

        2.7.1. Método de Pareto

        2.7.2. Método de matrizes

        2.7.3. Outros

3. Equipamentos a serem analisados

    3.1. Critérios para seleção dos equipamentos

    3.2. Fatores de criticidade

        3.2.1. Identificação de funções

        3.2.2. Identificação de falhas funcionais

    3.3. Identificação e avaliação/categorização dos efeitos da falha (diagramas lógicos)

    3.4. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    3.5. Seleção de tarefas de manutenção

        3.5.1. Perguntas de seleção de tarefas

        3.5.2. Comparação das estratégias de manutenção baseada no custo e na disponibilidade, operação até a falha, troca/reparo, serviços, inspeção para detectar a falha, Inspeção sob condição e reprojeto

    3.6. Cálculo do intervalo ótimo de manutenção com base nos resultados de FMEA

4. Avaliação do risco de falha com base em FMEA/FMECA

    4.1. Número de prioridade do risco (NPR)

    4.2. Análise de criticidade

    4.3 Gerenciamento dos controles atuais

    4.4.Gerenciamento das ações indicadas

    4.5. Tomada de decisão sob condições de risco

5. Análise de causa raiz das falhas

    5.1. Seleção dos equipamentos a serem analisados

        5.1.1. Perguntas de seleção dos equipamentos

        5.1.2. Fatores de criticidade

    5.2 Definições do conceito falha

        5.2.1. Conceito de Falha

        5.2.2. Falha funcional

        5.2.3. Falha ocasional

        5.2.4. Falha recorrente

        5.2.5. Falha crítica

        5.2.6. Falha iminente

6. Identificação das causas das falhas (modos de falha)

    6.1. Exemplos de equipamentos elétricos

    6.2. Exemplos em outros setores

7. Técnicas para determinar causa raiz

    7.1. Brainstorming

    7.2. Diagrama de causa e efeito (espinha de peixe)

        7.3. 5 porquês

8. Fluxograma do processo RCA envolvendo

    8.1. Falha ocasional

    8.2. Falha recorrente

    8.3. Etc.

9. Etapas básicas para determinar a causa raiz

    9.1. Determinação do sistema a se analisar

    9.2. Seleção da equipe de análise

    9.3. Definição das metas e objetivos. Definição da falha e suas causas

    9.4. Coleta de dados sobre as falhas

    9.5. Métodos de coletas de dados

        9.5.1. Fontes de dados

        9.5.2. Tipos de dados

        9.5.3. Análise de Pareto

    9.6. Definição da árvore de causa

        9.6.1. O evento

        9.6.2. O cenário

        9.6.3. Os fatos

        9.6.4. As hipóteses

        9.6.5. As causas

        9.6.6. Raiz primária, raiz física, raiz humana, etc.

    9.7. Determinação das ações: seleção, avaliação e implementação

    9.8. Monitoração dos resultados

    9.9. Exemplos e exercícios diversos

    9.10. Lições aprendidas

    9.11. Discussão de problemas dos participantes


Software de apoio: Excel e Isograph Reliability Workbench

Datas Disponíveis Local Inscrição
06/04/2017 Belo Horizonte, MG
09/10/2017 Campinas, SP INSCREVER-SE!

Por que participar & objetivos

• Conhecer as técnicas para análise de risco de falhas humanas

• Conhecer as estratégias para redução de risco de falhas humanas

• O treinamento é muito prático, sendo composto por diversos exemplos

• Instrutores altamente qualificados tanto em termos acadêmicos como pelo mercado

 

Áreas de interesse/público-alvo

• Profissionais da área de manutenção de segurança

• Profissionais da área de manutenção de sistemas reparáveis

• Docentes, pesquisadores e estudantes de temas associados à segurança e falhas humanas

• Demais profissionais interessados em temas associados a falhas humana

 

Ementa

1. Princípios

2. Definições

3. Aplicações

4. Análise x Quantificação da Confiabilidade Humana

5. Aspectos sensoriais e cognitivos:

5.1. Percepção, atenção e memória

5.2. Modelos de processamento das informações

5.3. Fator de aprendizagem

5.4. Complexidade, familiaridade e cultura

5.5. Formação do modelo mental

6. Relação Homem-Máquina:

6.1. Conceitos básicos

6.2. Condições para melhorias

6.3. Ambiente do operador

6.4. Prioridade de Tarefas

6.5. Erros no processo

7. Erros da manutenção

8. Comportamento humano – individual e em grupo

9. Fatores ambientais

10. Classificação das falhas humanas

11. Análise de risco considerando as falhas humanas:

11.1. Métodos de análise e avaliação de falhas humanas

11.2. A Árvore de Eventos da THERP

11.3. HAZOP Humana

11.4. Fatores humanos na análise LOPA

11.5. Work Analysis

11.6. Análise de tarefas com poucas ou nenhuma falha 

11.7. ARTH – Análise de Riscos de Tarefas Humanas 

12. Quantificação das falhas humanas:

12.1. Definições 

12.2. Conceitos de probabilidade 

12.3. Distribuições de probabilidades típicas das falhas humanas 

12.4. Características dos modelos de quantificação das falhas humanas 

12.5. Uso das tabelas de erros humanos das técnicas de primeira geração 

12.6. A análise de sensibilidade da influência das falhas humanas 

12.7. Determinação de descritores matemáticos usando julgamento de especialistas 

12.8. Limitações dos modelos de quantificação 

12.9. A lógica das técnicas de 3ª geração – exemplo: CREAM 

12.10. Uso dos descritores por lógica fuzzy 

12.11. Possibilidades de simulação 

13. Estratégias de redução dos riscos – aumentando a confiabilidade dos sistemas sócio técnicos:

13.1. Definição de barreiras e controle 

13.2. Hierarquia de barreiras 

13.3. Avaliação das barreiras e controles 

13.4. Classificação 

13.5. Aplicações 

13.6. Soluções no projeto para redução da taxa de falha humana 

13.7. Critérios para avaliação da confiabilidade humana no projeto 

14. Discussão de problemas dos participantes